quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Brincar às Escondidas






E se fizéssemos um jogo como quando éramos miúdos?
Podíamos começar por criar uma comissão, de técnicos qualificados quer em fiscalidade e direito tributário, quer em justiça. Seja o que for, mas essencialmente gente vocacionada na investigação, do tipo “caça fantasmas”. Se calhar uma espécie de Tribunal. Mas em vez de Tribunal de Contas seria melhor um Tribunal de Ajuste de Contas e ir à procura de situações fraudulentas, buracos financeiros, financiamentos indevidos, ajudas de custo e subsídios mal atribuídos, concursos públicos de obras e de admissão e sem lá que mais, concessões, contratos, ajustos directos, financiamentos a partidos, nomeações suspeitas, sei lá! Tanta coisa que nem tem ponta por onde se lhe pegue, mas com tanta gente formada no desemprego era uma boa ideia criar assim uns postos de trabalho. Estou convencido que voluntários não faltavam, até mesmo a trabalhar de borla, só para descobrir a careca a esta gente que andou anos e anos a roubar-nos às escondidas e agora nos querem roubar às claras com este Orçamento.
È verdade era um bom jogo esse de brincar às escondidas, porque cada dia que passa iremos descobrir os buracos financeiros, os esquemas os desvios, os malabarismos com que sempre estes senhores andaram para apresentar os sucessivos Orçamentos de Estado.
Já chega de brincar às cegas… vamos brincar antes às escondidas e descobrir os seus autores. Até parece ser fácil! Pois já vi que não querem entrar neste jogo. “Imburrentes” era assim que dizíamos quando éramos crianças. Não entraram no outro jogo e não vão querer entrar neste. Pois são uns passivamente “imburrentes” não entram em jogo nenhum. Deixem estar que eles encarregam-se de jogar com as vossas vidas. Eles empurram-nos para outro jogo, se calhar o jogo de brincar ao pisa. Lembram-se?. É simples, a gente entra no jogo, mas se estivermos distraídos, somos pisados Ou acontece isto. eheheeh

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Fundação Champalimaud sem derrapagem


A Fundação Champalimaud foi inaugurada no passado dia 5, dia sugestivo por acaso o dia da comemoração dos 100 anos da implantação da República. Uma República pútrida e a precisar de uma reforma, mas violenta senão fica tudo na mesma, como é normal neste país. Mudam as moscas mas…
Mas o que eu queria aqui alertar era o facto de esta obra de 100 milhões de euros ter sido construída sem derrapagens. Fiquei admirado como isso foi possível. Deve ter havido ali muito rigor e muito empenho na construção. Normalmente num País onde as obras públicas acabam por ficar muitas vezes por 2 a 3 vezes ou mais o valor orçamentado, como foi possível esta ter conseguido esse milagre.
Mas ainda foram apenas necessários 730 dias para construir o centro (menos de dois anos desde o lançamento da primeira pedra). Incrível, quando neste País se demoram anos para fazer nada e muitas vezes mal feito.
Gostava de saber quem foi a construtora da obra, agora fiquei curioso, deve ser uma empresa muito eficiente. Cá para mim foi milagre! Deve ter as mão do Champalimaud, que está lá do outro lado, como que arrependido daquilo que roubou aos pobres, quis deixar um legado à sociedade de então.
Como foi possível fazer uma coisa desta envergadura tão rápido e sem custos?
Será que as outras obras tambémse poderiam ter feito assim como esta, com tanta eficiência?
Poder podia, mas não teria havido luvas, a uns e a outros, não se tinha criado fortunas como se criaram nestes últimos tempos de senhores ligados à politica é às obras públicas, onde tantas empresas criaram riqueza e se tornaram das maiores da Europa até, quando antes não eram nada. Esta é diferença, entre a eficiência e a construção inquinada com concursos duvidosos e suspeitos, com prazos alargados e sucessivas derrapagens, que levaram à desgraça que se vive agora. Um País falido à custa disto tudo e agora o povo é que paga, que nem governou, nem construiu obras que são a vergonha dos nossos governantes.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Orçamento da desgraça

Dia 28 de Dezembro coloquei aqui as minhas previsões para este ano.
Nessa altura ainda não se falava de crise e Sócrates era uma figura com entusiasmo optimista e ainda acreditava no Pai Natal.
Pois mas Pai Natal é aquilo que os funcionários públicos e portugueses no geral acabaram por ter com este Orçamento de Estado. Um Pai Natal chamado Sócrates, com três meses adiantados, não começassem os portugueses a pensar em compras de Natal.
Previ eu antes do inicio do ano, que: “nossos governantes às voltas com a crise e sem serem capazes de nos tirar dela”, “o perigo de ideias fixas do Governo na forma escolhida de sair da recessão económica”, “Mas a destruição do País e do seu tecido social, vai continuar e os políticos só prejudicam ainda mais com rancores e sentimentalismos, mostrando fragilidades partidárias e muita passividade para se empenharem em verdadeiras soluções”, “vai ser um continuar de erros e destruição.” “Uma realidade em que as pessoas se sentirão perdidas com tantas desorientações governativas.” “Não se vai querer olhar para os factos reais do país, como fome, desemprego, falências, divida das famílias e externa, etc. Se as politicas não mudarem o país afunda-se no abismo (à beira da falência). Portanto o sofrimento vai continuar sem ideias sem controlo e sem sabedoria”, “os Governos estão obcecados por soluções que não resolvem. Não são inteligentes, não tomam iniciativas novas, vão continuar sem racionalismo, sem criatividade e novas ideias, em suma, um país inconscientemente a afundar-se numa crise cega”. Entre outras coisas foi o que previ, mas sinceramente não imaginava tanto.
Não imaginava a coragem do Governo em cortar o vencimento dos funcionários públicos, como se eles é que fossem os culpados da crise, deixando de fora as reformas chorudas, e os privados, como se Portugal fosse só Função Pública.
Sim é verdade também cortaram em mais de um milhão e trezentos mil euros em abonos para crianças e jovens, aumentaram o IVA, congelaram os aumentos de vencimento e escalões, aumentaram o desconto para a Segurança Social, etc. Ora estive a fazer as contas só com estas medidas estes cabr… foram-me ao bolso em cerca de €250, no corte do vencimento, no aumento que não vou ter, no escalão que esperava e voltou a ser congelado, no IVA a 23%, cortes no beneficios fiscais-IRS, na subida dos medicamentos porque infelizmente também tenho doenças, na inflação dos bens de 1ª necessidade que vão disparar… bem é melhor deixar de fazer contas, senão a roubalheira com contas bem feitas é superior ao salário minimo nacional. Mas agora só pergunto, para quem vai este dinheiro que estes filhos de "uma grande senhora honrada" me estão a roubar se o país vai continuar a afundar?
Como diz o Carvalho da Silva, “Querem-nos pôr a pão e água”.
Estes tipos andaram anos a vender a retalho e ao desbarato o País, incorporaram, fundos da P.T., fundos dos C.T.T., da C.G.D., da SAD/PSP, para esconder a incompetência nos Orçamentos de Estado, destruíram o sector produtivo colocando-nos à mercê das multinacionais e agora querem pôr-nos a passar fome, depois de eles construírem fortunas, ao longo destes 30 anos de desgovernação e ninguém os leva presos? Nisso eles não tocam, nas fortunas que não tinham. Seus oportunistas e mamões. Metam impostos nisso, tenham coragem! Descapitalizaram o Estado engordando à nossa conta. Pagaram indemnizações chorudas aos”boys”, prémios nas empresas mal geridas, grandes banquetes, grandes carrões e tudo à nossa conta, criaram o clientelismo,promoveram a incompetência,tornando-nos completamente dependentes do estrangeiro e à mercê das regras dos grandes interesses do mercado especulativo e dos grandes bancos que nos sugarão até ao tutano. E ainda seguraram o BPN!
Um País que não crie riqueza não tem futuro e hoje em dia aquilo que criamos é desemprego, fome e miséria.
Um país que sobe impostos, convida à fuga e á consequente perda de receita acabando por sermos os mesmos a pagar essa fuga.
Fica tudo na mesma. Não se vai aos Institutos Públicos, às Fundações, às empresas público-privadas e participadas do Estado, às empresas municipais, aos consultores jurídicos que cobram milhões e não pagam tostões. Uma autêntica pilhagem dos dinheiros públicos e o Zé-povinho a pagar. Irra que anda tudo a dormir. Velha lá essa fome a ver se o povo abre bem os olhos.


Desculpem a linguagem.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Queima do Corão, preocupação assustadora


O reverendo Terry Jones, do World Outreach Center, uma pequena igreja evangélica com pouco mais de 50 fiéis…, assim é a noticia! Pasmem-se!
Uma insignificante quantia de pessoas está a causar medo em toda a comunidade internacional.
Como é possível, pouco mais de “dois gatos pingados”, como se diz na minha terra, contribuírem para uma guerra cada vez mais acelerada entre dois mundos.
Querem comemorar o 11 de Setembro queimando o Corão, a coisa mais sagrada do mundo islâmico. Todos nós sabemos que esses tão poucos terroristas ligados a Bin Laden, conseguiram fazer um marco numa nova era da humanidade. Uma nova era de guerra generalizada entre religiões e culturas, nós os católicos essencialmente e eles os islâmicos. Mas esses actuaram secretamente, agora este punhado de “parvos” anunciaram ao mundo, de forma a acicatar mais uma vez a guerra que se anuncia, pondo em perigo um contingente militar de Norte Americanos e não só, contribuindo para esta bola de neve de ódios cada vez maiores do mundo muçulmano ao nosso mundo.
Quando as palavras paz e concórdia são cada vez mais necessárias, estes “patetas” desenterram o “machado de Guerra”.
È realmente preocupante a crispação cada vez maior entre o nosso mundo “Ocidental”, dito de mais civilizado e o restante.
Já em tempos referi neste blogue que vinha aí o nacionalismo assim como referi também já há bem tempo, que nos aproximávamos de mais uma guerra e essa sim assustadora.
Pois bem, estes condimentos agora referidos, a reacender a fogueira, assim como os novos tiques de Nacionalismo protagonizados por Nicolas Sarkozy, em França que começou com a expulsão dos ciganos e agora já vai nos ladrões e mendigos são outros sinais preocupantes.
Os acontecimentos entre a crise da grande depressão de 1929 e a 2ª. Guerra Mundial são bem elucidativos dos sinais da história. Pois já se diluíram e quase ninguém se importa com isso, é pena não nos interessarmos com os ensinamentos da história.
Mas toda esta fúria de nacionalismo tem a ver com a crise económica que se vive. É assim que nos tornamos irracionais e egoísta e nos leva à perseguição dos mais desprotegidos. E com isto se contribui para o alastrar de um conflito entre civilizações.
Também a crise económica mundial na passada semana levou à aprovação no Senado Americano de leis mais proteccionista à economia americana, com vista a dificultar a entrada de produtos estrangeiros naquele país, protegendo a produção nacional. Quem diria, onde se dizia a economia mais aberta do mundo. Os Chineses quando a economia voltar à recessão, vão querer cobrar tudo isto. A crise americana a acontecer tem muito a ver com a China, que quando eles quiserem fazer contas a isso, estou a querer que só resta uma guerra. Mas isso “são contas de outro rosário” que um dia tentarei explicar aqui. Para já fique-se com a ideia que a guerra a estalar lá mais para a frente, não tenho dúvidas por razões claras, vamos ter dois inimigos, os Islâmicos e os Chineses. Falta um para completar a trilogia, quem sabe a Rússia. Mas essa já há muito anda em Guerra connosco.
Uma coisa é certa, a ideia deste Reverendo de queimar vários livros do “Corão” no próximo sábado, vem dar uma pequena ajuda. Será que ninguém o demove?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

As engrenagens da economia - fascinante.



Numa localidade no interior, com muito frio e parecendo deserta… Os habitantes, endividados, estão a viver as custas do crédito.
No meio deste cenário, chega um viajante rico e entra num pequeno hotel. O mesmo puxa por duas notas de €50, põe no balcão e pede para ver um quarto.
Enquanto o viajante vê o quarto e demais facilidades do hotel, o gerente do hotel sai a correr com as duas notas de €50 e vai até ao talho pagar suas dívidas com o talhante.
Este, feliz, agarra nas duas notas e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.
O criador, por sua vez, pega também nas duas notas e corre ao veterinário para liquidar a sua dívida.
O veterinário, com a duas notas em mãos, vai rápido pagar a uma “dessas meninas” o que devia (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).
A prostituta, aliviada, sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde, às vezes, levava os seus clientes e que ultimamente não havia pagado pelas acomodações… e paga a conta.
Nesse momento, o viajante chega novamente ao balcão, pede as duas notas de volta, agradece e diz não ser o que esperava e sai do hotel e daquela terra.
Ninguém ganhou nenhum vintém, porém agora toda a gente ali vive sem dívidas e com o crédito restaurado, e começa a ver o futuro com confiança!
MORAL DA HISTÓRIA “Quando o dinheiro circula e toda a gente paga suas contas, não há crise!!!”
nota: este artigo foi adaptado de um artigo brasileiro, como é esclarecedor e engraçado, adaptei-o e republiquei aqui.

Profecias Maias



Todos os anos, milhares de pessoas invadem Chichen Itza para observarem um estranho fenómeno.
As 15:00 horas do equinócio da primavera e do Outono, o jogo de luzes forma a sombra de uma serpente sobre a escada que se encontram com sua cabeça esculpida na base da pirâmide de Kukulcan . Para muitos esta serpente é um alerta para uma catástrofe que está prestes a acontecer. Os cientistas não sabem o significado da serpente. O que sabem é que é preciso ter muito conhecimento científico para construí-la. Lembre-se que ela foi erguida a mais de mil anos. "Esta silhueta simboliza a serpente descendo do céu para o plano de existência terrestre e entrando no final do dia nas profundezas". diz o Dr. Alen F. Chase - Professor de Antropologia da Universidade Central da Florida. O conhecimento avançado do templo e espaço culminou na construção da pirâmide de Kukulcan, nome da divindade suprema dos maias. Kukulcan é na verdade um calendário tridimensional. "A pirâmide de Kukulcan é um zigurate de pedra de quatro lados que na verdade é um calendário. Somando os 91 degraus de cada lado mais a sua plataforma, o total é 365 dias, como os dias do ano. O incrível é que os maias ergueram a pirâmide de modo que no equinócio o sol atinja a face norte criando a sombra de um serpente gigante.", diz Steven Alten.
Como os maias adquiriram profundo conhecimento do tempo continua um mistério, mas eles atribuíam este conhecimento a Kukulcan, um deus omnisciente, que não tinha nenhuma semelhança com o povo de pele morena. Kukulcan era descrito como um homem alto e branco com longos cabelos e barbas brancas e brilhantes olhos azuis. Tinha o crânio alongado, o que fazia as mães maias amarrarem tábuas nas cabeças dos bebés para alongar os crânios. Por volta do ano 1000 d.C., por razões desconhecidas, Kukulcan deixou Chichen Itza e voltou para o mar, de onde muitos acreditam que ele viera. Antes de partir prometeu ao povo que um dia voltaria, mas isto nunca aconteceu.
A história maia
Como os maias usaram seu calendário para prever dados futuros, inclusive o fim do mundo, com tanta precisão? Para responder a esta pergunta, precisamos conhecer um pouco a civilização maia. Os Maias foram uma ramificação da civilização Olmeca que floresceu no México e América Central por volta do ano 500 a.C. O auge dos maias ocorreu entre 600 e 900 d.C. quando se comparavam a civilizações da Mesopotâmia. Tinha escrita hieroglífica, redes comerciais, arte, cultura e tudo mais. A cidade de Chiten Itza era o centro religioso, cerimonial e cultural da região. Eles não utilizavam a roda, mas tinham conhecimentos avançados de astronomia, arquitetura e matemática. Faziam previsões em observatórios astronómicos baseando-se em equinócios e nos ciclos de Vénus. Eles registavam seus dados em entalhes e códices com complexos hieróglifos. Em 1519, o conquistador espanhol Ernam Cortez aportou em terras maias, que pensaram se tratar da volta do grande lider Kukulcan. Esta confusão quase levou a sua destruição. Em 50 anos perderam 90% de sua população. Por esta razão, os cientistas tem dificuldade em saber sobre a região maia na antiguidade. Os rituais maias, como o sacrifício humano e o alongamento de crânios, causaram repulsa aos conquistadores e padres que os converteram ao cristianismo e destruíram todos os seus códices, excepto 4, que estão em diferentes bibliotecas da Europa. Se os códices não tivessem sido queimados, hoje saberíamos muito mais sobre os maias. O mais famoso é o Códice de Dresden, que seria a chave para o calendário e as profecias maias. Para alguns, ele guarda a data exacta de nosso fim.
O Códice de Dresden
Em 1880 um estudioso alemão começou a estudar o código detalhadamente. Conseguiu decifrar os hieróglifos e ver a visão que os maias tinham do futuro e do universo. Os especialistas logo descobriram que o códice continha uma série de previsões astronómicas. Os eclipses e ciclos lunares e venusianos estavam claramente representados. Era um diagrama da actividade galáctica que se estendia por milhares de anos no futuro. Eles também perceberam que o código apresentava um calendário, mais avançado até mesmo que os actuais. Dentro deste calendário parecia haver previsões ligadas a diferentes eras históricas. Para entender as profecias maias, inclusive a do fim do mundo, era preciso entender como este calendário se organizava, o que não era tarefa fácil. Demorou mais de século para desvendar o calendário na qual as profecias se baseiam, Ainda incompleto, o minucioso trabalho de decifrar o Códice de Dresden e compará-lo as inscrições maias nos monumentos continua. A maior certeza até agora que os cientistas chegaram é que os maias eram obcecados pelo tempo e tinham uma visão muito diferente da nossa. Para eles o tempo era cíclico. Algo que aconteceu no passado certamente voltará a acontecer continuamente. Para nós o tempo é linear.

Foi com esta visão cíclica do tempo que os maias criaram o calendário mais sofisticado já concebido por uma civilização. Complexo e preciso, na verdade são 3 calendários em 1. O primeiro e mais conhecido é o calendário Solar, conhecido como Haab. Tem 365 dias divididos em 18 meses e 20 dias, mas um curto período de 5 dias, considerado muito desfavorável. Seus cálculo são tão precisos que ele é 4 segundos mais precisos que o calendário usado hoje! O segundo calendário é o cerimonial de 260 dias, chamado Tolkien, que consistia em 13 números combinado em 20 dias (13*20=260). Este calendário era usado para entender várias dimensões da experiência humana. Por exemplo, baseia-se no período de 9 meses da gestação humana. Eles usavam este calendário para unir processos divinos e terrenos. Mapeava o destino dos maias, pois cada dia do Tolkien tinha um significado especial ditado ao seu nome e alinhamento astrológico a ele associado, como um Zodíaco. Usavam este calendário para baptizar crianças, decidir o melhor dia para batalhas e casamentos, e prever fenómenos astronómicos como eclipses e os ciclos de Vénus. Os maias combinavam o Haab com o Tolkien como duas engrenagens, formando o chamado calendário circular, que é um ciclo de 52 anos que combina o ano solar com o ciclo de 260 dias. Os números, os dias, os meses só se repetem a cada 52 anos. Isto equivale hoje ao nosso século. O terceiro calendário que os maias usavam para calcular o tempo é o de Conta Longa. Este sistema era central para o conceito maia de tempo. Foi através deste calendário que os maias calcularam o fim do mundo e fizeram suas outras predições. A conta longa media o tempo transcorrido desde a mítica origem dos maias. Transcrevia o tempo de vida de reis e indivíduos. Após anos recolhendo dados astronómicos, arqueológicos e iconográficos, estudiosos calcularam que o calendário de conta longo teria começado em 13 de Agosto de 3114 a.C. e terminaria em 21 de dezembro de 2012, o dia do juízo final. O calendário de conta longa contêm unidades de tempo chamados Katuns que equivalem cerca de 20 anos. Para cada Katun, os maias formulavam uma profecia específica. Os Katúns e suas profecias repetiriam-se a cada 260 anos.
As profecias de Chalam Balam
As melhores profecias maias estão no livro de Chalam Balam. Era o nome do sacerdote que previu a chegada dos brancos barbados a Yucatán. O maias sobrepuseram o ciclo Katun a sua história e supuseram que se repetiria infinitas vezes.
Os 5 grandes ciclos, o alinhamento cósmico, a preces são  o juízo final.
Talvez o que mais importe no calendário da conta longa seja um tempo mais abrangente. Na cosmologia Maia, há 5 grandes ciclos, cada um com cerca de 1.125 anos. Quatro já passaram. " Os 4 ciclos anteriores terminaram em destruição. A profecia maia do juízo final refere-se ao último dia do 5º ciclo, ou seja, 21 de dezembro de 2012." diz Steven Alten. Portanto o 5 e atual ciclo também terminará em destruição. O que irá desencadeá-la? A resposta pode estar em um raro fenómeno cósmico que os maias previram a mais de 2.000 anos. "A profecia maia para 2012 baseia-se em um alinhamento astronómico. Em Dezembro de 2012, o sol do solstício vai alinhar-se com o centro de nossa galáxia. É um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26.000 anos" diz John Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenese 2012.
A cada 26.000 anos o sol alinha-se com o centro da Via Láctea. Ao mesmo tempo ocorre outro raro fenómeno astrológico, uma mudança do eixo da terra em relação a esfera celeste. O fenómeno chama-se Precessão. A data exacta disto tudo é 21 de Dezembro de 2012. "A Terra oscila lentamente sobre seu eixo mudando nossa orientação angular em relação a galáxia. Uma precessão completa leva 26.000 anos." diz John Major Jenkins.
Como os maias conseguiam prever fenómenos cósmicos 26.000 anos no futuro continua um mistério, apesar do constante trabalho dos pesquisadores. Sabe-se que por alguma razão eles atribuíam uma grande importância ao ciclo da precessão. "A precessão é uma medida cósmica tão lenta que a consideravam um sistema fundamental no qual embutiam sua história e com a qual se localizavam no contexto do tempo." diz Bruce Scofield, pesquisador de astronomia maia.
Este raro alinhamento era muito importante para os maias e para saber o porque temos que estudar o mito da criação dos maias, o "Popo Vuh" ou o mito dos heróis gémeos. O "Popo vuh" diz que a fenda escura na Via Láctea era a entrada para o reino do além, uma porta para o mal. É com o centro desta mesma fenda que o sol vai se alinhar em 21 de dezembro de 2012. Segundo o texto sagrado, os senhores das profundezas desafiaram o primeiro Pai para um jogo de bola. O grande Pai foi traído e decapitado, mas seus filhos, os heróis gémeos, desafiaram para um novo jogo as profundezas e ganharam, ressuscitando o primeiro Pai. (Este é o famoso jogo de bola dos maias, onde o capitão da equipa ganhadora, como recompensa, era sacrificado aos deuses). Existiria uma ligação entre esta lenda e a profecia de 2012? Este jogo de bola dos maias parece mostrar que sim, pois seu simbolismo com o alinhamento é interessante. O campo de jogo representa a Via Láctea, o aro no meio do campo representa o centro da Via Láctea. A bola é o sol. A bola entrando no aro representa o final dos tempos.
As profecias de Chalam Balam
As melhores profecias maias estão no livro de Chalam Balam. Era o nome do sacerdote que previu a chegada dos brancos barbados a Yucatán. O maias sobrepuseram o ciclo Katun à sua história e supuseram que se repetiria infinitas vezes. Por exemplo:
- O 13º Katun ocorreu em 1520 quando os conquistadores espanhóis chegaram ao México, voltou a ocorrer em 1776, no período que corresponde as revoluções francesas e americanas. Chalam Balam fez a seguinte previsão para o 13º Katun: Será uma época de total ruína onde tudo se perderá. Será a época do julgamento de Deus. Haverá epidemias e pragas e depois virá a fome. Estrangeiros conquistarão governos e sábios e profetas encontrarão seu fim.
- O 10º Katun coincide com o desaparecimento dos maias do sul e diz: Mais uma vez a desgraça se abate sobre a Terra. Secas e fomes e uma época de ocupação estrangeira, mudanças e tristezas. Foi neste Katun que ocorreu também a 2º Guerra Mundial
- O 5º Katun menciona: Um tempo de infortúnios, de incisão entre líderes e liderados, o povo perderá a fé em seus lideres que poderão ser maltratados, até mesmo enforcados, haverá também cobras em abundância. A fome será grande e poucos nascerão neste período. O 5 Katun ocorreu pela última vez em 1855, quando ocorreu a guerra civil americana. Os que estudam os Katuns notam mais semelhanças entre o passado distante e o passado mais recente.
- O 8º Katun é um dos piores, foi neste período que Chichen Itza foi destruída e aguerra do Vietnã dividiu os EUA. Diz o 8º Katun: Uma época de extermínio e destuição entre os governantes. Do fim da cobiça, mas de muita luta. Uma época de se ficçar em outro lugar.
- O 6º Katun. Watergate, o escâdalo Irã contra e a camapanha contra a fome na África, parecem únicos na previsão para o 6º Katun, que teve início em 1973. Diz o 6º Katun: Uma época de um governo mal e enganoso, muitos morrerão de fome.
- O 2º Katun, que vai ocorrer após 2012, diz: Para metade haverá alimentos, para outros infortúnios. É a época em que terminará o mundo de Deus. A época de se unir por uma causa.
- O 4º Katun. É o que vivemos hoje. Começou em 1993 e terminará em 2012. Durante este período, segundo Chalam Balam, a divindade suprema retornará a Terra, anunciando o início de uma nova era. É uma época de relembrar o conhecimento em meio a escassez e da chegada do pássado Quetzal, Kukulcan. É um prelúcio para mudanças maiores que ocorrerão no Katun 13 e no 11, daqui a muitas décadas. Então estariamos no começa de uma mudança para uma nova era. Os eventos do 11 de setembro desempenham um papel importante nas mudanças que a nova era aludem. 11 de setembro correponde a data no calendário que representa mudança, o ataque ao Afeganistão ocorreu na data que significa o ajuste ou o equilíbrio.
As profecias de Chalam Balam estão abertas a interpretações, mas são tão específicas que suscitaram previsões assustadoras de outros acontecimentos histórico
Os 5 grandes ciclos, o alinhamento cósmico, a precessão e o juízo final
Talvez o que mais importe no calendário da conta longa seja um tempo mais abranente. Na cosmologia Maia, há 5 grandes ciclos, cada um com cerca de 1.125 anos. Quatro já passaram. " Os 4 ciclos anteriores terminaram em destruição. A profecia maia do juízo final refere-se ao último dia do 5º ciclo, ou seja, 21 de dezembro de 2012." diz Steven Alten. Portanto o 5 e atual ciclo também terminará em destruição. O que irá desencadeá-la? A resposta pode estar em um raro fenômeno cósmico que os maias previram a mais de 2.000 anos. "A profecia maia para 2012 baseia-se em um alinhamento astronômico. Em dezembro de 2012, o sol do solstício vai se alinhar com o centro de nossa galáxia. É um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26.000 anos" diz John Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenese 2012.
A cada 26.000 anos o sol se alinha com o centro da Via Láctea. Ao mesmo tempo ocorre outro raro fenômeno astrológico, uma mudança do eixo da terra em relação a esfera celeste. O fenômeno se chama Precessão. A data exata disto tudo é 21 de dezembro de 2012. "A Terra oscila lentamente sobre seu eixo mudando nossa orientação angular em relação a galáxia. Uma precessão completa leva 26.000 anos." diz John Major Jenkins.
Como os maias conseguiam prever fenômenos cósmicos 26.000 anos no futuro continua um mistério, apesar do constante trabalho dos pesquisadores. Sabe-se que por alguma razão eles atribuiam uma grande importância ao ciclo da precessão. "A precessão é uma medida cósmica tão lenta que a consideravam um sistema fundamental no qual embutiam sua história e com a qual se localizavam no contexto do tempo." diz Bruce Scofield, pesquisador de astronomia maia.
Este raro alinhamento era muito importante para os maias e para saber o porque temos que estudar o mito da criação dos maias, o "Popo Vuh" ou o mito dos heróis gêmeos. O "Popo vuh" diz que a fenda escura na Via Láctea era a entrada para o reino do além, uma porta para o mal. É com o centro desta mesma fenda que o sol vai se alinhar em 21 de dezembro de 2012. Segundo o texto sagrado, os senhores das profundezas desafiaram o primeiro Pai para um jogo de bola. O grande Pai foi traido e decapitado, mas seus filhos, os heróis gêmeos, desafiaram para um novo jogo as profundezas e ganharam, ressuscitando o primeiro Pai. (Este é o famoso jogo de bola dos maias, onde o capitão do time ganhador, como recompensa, era sacrificado aos deuses). Existiria uma ligação entre esta lenda e a profecia de 2012? Este jogo de bola do maias parece mostrar que sim, pois seu simbolismo com o alinhamento é interessante. A quadra representa a Via Láctea, o aro no meio do quadra representa o centro da Via Láctea. A bola é o sol. A bola entrando no aro representa o final dos tempos.
O desaparecimento dos maias do sul em 900 d.C.
O que exactamente ocorrerá no dia 21 de Dezembro de 2012? Ainda não temos uma resposta definitiva pois não sabemos como os maias viam o final do calendário de conta longa. Eles não nos podem dizer.
Talvez a chave para entender o verdadeiro significado da teoria do juízo final não esteja no cosmos, mas sim na Terra. Se for este o caso, a queda dos maias pode oferecer pistas tão reveladoras como perturbadoras. Em 900 d.C., ao sul de suas terras, regiões inteiras foram abruptamente abandonadas. A maioria dos avanços técnicos dos maias perdeu-se na história. Centenas de anos passariam antes que os maias revitalizassem suas cidades. No norte de seu território, a civilização chegou a um novo apogeu. O que causou o surto desaparecimento na região sul? Essa é uma grande questão e ninguém sabe a resposta. O maias previram o seu próprio fim de acordo com alguns. O ano 900 d.C. em que se deu sua extinção corresponde ao 10 Katun no calendário maia.
Dentre as teorias para o desaparecimento dos maias em 900 c.D. temos:
- Uma complexa teoria sugere que o aumento de manchas no sol pode ter levado ao aquecimento do clima e levado a secas e fome.
- O crescimento populacional
- Exaustão dos recursos naturais
- Guerras frequentes
- A cobiça, que pode preceder a queda de uma civilização
- Uma combinação de factores de vários factores.
Neste contexto, a teoria do juízo final, apesar com complexo jogo astronómico, pode ser simples. Todas as civilizações nascem, prosperam e florescem. Após sua queda, uma nova ordem floresce. De fato, o calendário maia sugere que depois de 2012 uma nova era pode surgir, mas como ela seria continua um mistério. Após 2012, o segundo Katun ocorrerá mais uma vez. Isso sugere que deveremos parar e pensar no que fizemos no passado e sobre o que estamos fazendo no presente e como devemos proceder no futuro.
Modos de interpretar a profecia maia do juízo final
Uma interpretação é: "Uma coisa é certa, devemos estudar os maias e aprender com as suas profecias para entender melhor nossa sociedade e nosso mundo e estes eventos que estão associados e que sabemos que ocorrerão."
Para outros a profecia é um alerta que se ignorado pode levar a um desastre de imensas proporções.
A resposta pode estar na última página do códice de Dresden, que diz que haverá uma série de fenómenos astronómicos. Ciclos venusianos, lunares, de eclipses. A última página mostra a destruição do mundo pela água. O mundo seria destruído por um dilúvio.
Para os maias, o fim do mundo não era uma ideia vaga e abstracta, mas um evento muito real e específico. "O dia do juízo final para os maias era a destruição total do mundo e seus habitantes.", diz o Dr. Alen F. Chase. "Quase todas as religiões falam de um juízo final. A diferença entre a religião maia e as outras, é que o calendário maia, um instrumento de tempo e espaço menciona a data específica do fim da humanidade.", diz Steven Alten, autor do livro Domain.
O tempo está-se a esgotar e o dia 21 de Dezembro de 2012 aproxima-se, para finalmente revelar verdadeiramente o que irá acontecer: uma nova era, um dilúvio ou um dia como outro qualquer...

As Sete Profecias Maias - Segunda Parte
Os maias deixam-nos mostras evidentes de sabedoria e do seu altíssimo nível de evolução, de seu comportamento em uma sociedade unida, como uma única mente colectiva. Tiveram a sabedoria para prever os tempos que estamos vivendo deixaram-nos uma série de mensagens como ferramentas para superar as mudanças que deveremos enfrentar. Aprenderam a ver a vida através dos números, utilizaram o tempo como uma ferramenta para sincronizar-se com o ritmo da terra, com o sistema solar e com a galáxia. Isto permitiu a eles alcançar níveis altíssimos de energia vital e chegar a estados especiais de consciência, que permitem ver a realidade de uma forma mais completa. Veremos as suas previsões sobre as mudanças do comportamento do homem no final deste ciclo e a maneira como nossa atitude facilita ou dificulta o caminho para o próximo degrau evolutivo, a mente colectiva.Acompanhem neste percurso com as profecias, os símbolos e os conceitos maias.Vamos conhecer a segunda profecia neste episódio: Ela anuncia que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse do sol de 11/08/1999.
As Sete Profecias Maias - Terceira Parte
Novamente reunimo-nos para estudar os ecos das vozes dos maias. Eles falam de um caminho para assumir a vida e as decisões de maneira consciente. Eles viveram sem fronteiras, sem limites nem propriedades, somente em busca do bem comum. Desapareceram misteriosamente no ano 830 d.C., de uma maneira ainda não explicada cientificamente. No clímax de sua civilização não pretendiam ter a resposta para todas as perguntas do mundo, queriam simplesmente viver em sincronismo com a natureza e com a mente aberta para o cosmos.
Na sua primeira profecia eles tornam-nos conscientes que não somos rodas soltas no universo e que ele tem ritmos que começam e termina.
Com a segunda profecia eles entregam-nos um espelho para reflectirmos nossas relações, as relações que temos com nós mesmos e as que temos com os outros.
Na terceira profecia o que devemos analisar é a nossa relação como indivíduos e como espécie no planeta em que vivemos. Acompanhemos para unir os elementos que normalmente vemos soltos, para transformá-los em uma força geradora de consciência, abundância e prosperidade.Vamos conhecer a terceira profecia neste episódio: Ela diz que uma onda de calor aumentará a temperatura do planeta, produzindo mudanças climáticas, geológicas e sociais, em uma magnitude sem precedentes e a uma velocidade assombrosa. Os maias dizem que o aumento da temperatura dar-se-á pela combinação de vários factores, alguns deles gerados pelos seres humanos, que com sua falta de sincronismo com a natureza só pode produzir processos de auto-destruição. Outros factores serão gerados pelo sol, que ao acelerar sua actividade pelo aumento de sua vibração produz mais irradiação, aumentando a temperatura do planeta.
As Sete Profecias Maias - Quarta Parte
Os maias foram uma cultura iminentemente astronómica. Conceberam o ser humano como uma projecção de energia. Eles deixaram seus estudos nos calendários mais precisos de todas as civilizações da Terra. São a base de todas as profecias. Neste programa veremos o seu importante significado para nós, os habitantes do planeta Terra. A quarta profecia maia: Diz que o aumento da temperatura do planeta, causada pela conduta anti-ecológica do ser humano e por uma maior actividade do sol provocará um derretimento de gelo nos pólos. Se o sol aumentar seus níveis de actividade acima do normal, haverá uma maior produção de vento solar, mais erupções maciças desde a coroa do sol, um aumento da radiação e um incremento na temperatura do planeta. Os maias basearam-se no giro de 584 dias do planeta Vénus para efectuar os seus cálculos solares. Vénus é um planeta facilmente visível no céu, pois sua órbita está entre a Terra e o Sol.
As Sete Profecias Maias - Quinta Parte
O tempo maia é circular, avança para frente e para trás simultaneamente, nunca termina. É formado por círculos que sempre existiram e que continuarão existindo eternamente. É o respirar de Deus. Nós também temos este círculo internamente, para permitir a transformação de nossa mente e a evolução de nossa civilização no sentido da harmonia. Neste programa veremos alguns sistemas humanos que irão transformar-se para passar do medo ao amor e os sentidos que desenvolveremos nesta transição.Diz que todos os sistemas baseados no medo sobre os quais está fundamentada a nossa civilização se transformarão simultaneamente com o planeta e com o ser humano para dar lugar a uma nova realidade de harmonia. O ser humano está convencido de que o universo existe só para ele, que a humanidade é a única expressão de vida inteligente e por isto age como um predador de tudo que existe. Os sistemas falharão para que o ser humano se enfrente a si mesmo, para que ele veja a necessidade de reorganizar a sociedade e continuar no caminho da evolução que nos levará a entender a criação. Examinemos o sistema económico, que regulamenta, quantifica e põe um preço nas relações do planeta. A economia do ser humano contemporâneo está orientada por princípios de agressão e é incompatível com um universo em harmonia
As Sete Profecias Maias - Sexta Parte
Os sacerdotes Maias do sol podiam visualizar o futuro de seu povo quando o seu coração e sua mente conseguiam uma unidade com a Terra. A partir dali estabeleciam uma coluna vertebral energética com o sol, com o sol central das plêiades e com o centro da galáxia. A unidade funcionava como uma ampliação da percepção de sua consciência e um estado atemporal no qual podiam ver acontecimentos futuros. Assim puderam ver que um cometa anuncia a chegada de 9 infernos para seu povo. Também profetizaram que outro corpo celeste apareceria no final do ciclo de 5.125 anos, ou seja o período em que vivemos actualmente. Veremos o que o céu nos reserva.A sexta profecia maia: Diz que nos próximos anos aparecerá um cometa cuja trajectória colocará em perigo a própria existência do ser humano.
As Sete Profecias Maias - Sétima Parte
Neste programa veremos a sétima e última profecia Maia. Ela fala de esperança e do amanhecer da galáxia, ela mostra-nos como só através do nosso esforço poderemos encontrar a paz interior, para que possamos ser eleitos como depositários, que nos reintegrará como um só organismo gigantes em um universo de paz e harmonia.A sétima profecia fala-nos do momento em que o sistema solar em seu giro cíclico sai da noite para entrar no amanhecer da galáxia. Ela nos diz que nos 13 anos que vão desde 1999 até 2012, o centro da galáxia sincroniza todos os seres vivos e permite a eles concordar, voluntariamente, com uma transformação interna que produz novas realidades. E que todo os ser humano tem a oportunidade de mudar e romper suas limitações, recebendo um novo sentido, a comunicação através do pensamento. Os seres humanos que, voluntariamente, encontre seu estado de paz interior, elevando sua energia vital, levando sua frequência de vibração interior do medo para o amor, poderão captar e expressar-se através do pensamento, e com ele florescerá um novo sentido.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Regresso às aulas


Mais um ano começa! Que saudade eu tenho, dos tempos em que se revia os velhos colegas de classe e se regressava à nossa escola. Em que se tentava escolher a nova carteira ou a velha cadeira.
Mas este ano volta a não ser assim, depois de José Sócrates na outra legislatura ter encerrado escolas com menos de 11 alunos, agora volta à carga com encerramento de escolas com menos de 21. O argumento até cola, pelo menos para quem não vai passar por esta situação, ou seja, pessoas sem filhos com esta idade e que nem vivem no isolamento da província. Mas os pais que vêem os seus filhos arrancados sem capacidade para contrariar uma nova fase que vai levar o País a mais um processo de aceleração do já terrível desenraizamento à força das pessoas das suas aldeias. A desertificação que além do que tem vindo a ser feito a nível de Centros de Saúde, Maternidades, Postos de Correios, de GNR, etc, aparece com mais uma machadada nestas mais de 700 escolas, obrigando as pessoas mais novas a sair das aldeias cada vez mais isoladas, para poderem ter condições próximas da decência.
As mega-escolas ou coisas desse tipo, já estão ultrapassadas. Alem de mais, uma criança perde a proximidade do afecto e carinho dos seus pais ali ao lado, onde até pode ir almoçar. Agora vão ser roubados ao sono, de madrugada, na maioria das vezes de noite ainda e aí vão ao frio e à chuva, para o dito Centro Educativo com milhares de crianças das mais variadas idades, sujeitos aos mafarricos dos mais velhos e suas picardias, tanto no refeitório da escola como mesmo nos intervalos, onde não saberão defender-se.
Quem não se lembra do caso do miúdo de Mirandela? Pois é, tanto se fala do “Bullying” e agora criam-lhe mais condições.
É sabido que o envolvimento do meio é essencial para uma criança, mas não é desculpa para a sua concentração, enjaula-los como galinhas com o argumento de que ali há centros de áudio-visuais ou pavilhões desportivos, blá blá blá. E o resto?
Vão é criar mais ignorantes, com dificuldades de concentração, de saúde etc.
Pensem antes na revisão dos programas e no recurso a novos equipamentos, isso é que é urgente e necessário.
Uma coisa é certa, a natalidade vai baixar ainda mais e a desertificação vai ganhar lastro.
Tudo isto com falsos argumentos. Digam logo a verdade. Digam quanto poupam com isto. Essa é a realidade, cortar nas despesas. Logo na educação que devia ser o inverso. Estamos a criar mais analfabetos, mesmo que disfarçadamente daqui a amanhã concedam umas habilitações fantasma a pessoas que nem uma frase sabem construir.
Assim não vamos lá. Ah! E já agora, quantos mais professores ficam no desemprego?