quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Previsões para o Mundo em 2011


Tem-se vivido num grande défice de valores e uma grande crise moral.
As pessoas não param para pensar e não reagem contra tudo isto, pelo que alguns cidadãos começam a perder a cabeça e a reagir de forma radical. O mundo tem que encontrar um sentido de destino para o colectivo da humanidade, que passa pela reforma dos valores perdidos, de forma a ultrapassar a crise. Caso isso não aconteça as desilusões serão enormes. Ou se ganha essa consciência universal ou está tudo perdido, este é o Aviso. Os ideais dos senhores do destino da humanidade já não servem, caíram por terra e assiste-se ao fim de um certo modelo de sociedade.

O Mundo avançou com demasiada rapidez, que levou a esta crise económica e agora tem que se voltar a pegar nas coisas, partir do início, voltar atrás e fazer o ponto de situação, reflectir para poder ir mais além. Foi tudo feito na base do deixa andar e do facilitismo, tudo permitindo sem coerência, com muita ambição e euforia. Não se pôs um travão na economia e tudo foi permitido. Esse foi o erro a ambição e a ganância do homem.

É necessário aprender com esses erros e procurar outras soluções económicas e sociais. Isso a acontecer um dia o mundo só poderá melhorar. Estas novas ideias terão que vencer, será essa a esperança para um Mundo melhor.

Está tudo à espera que os esforços na economia por parte dos vários Países, resultem em melhorias na crise, que vai acontecer por certa forma com a prosperidade dos que trabalham e dos que sobrevivem com dificuldades. As pessoas serão mais optimistas por causa desse esforço e sofrimento. Haverá mais conciliação e as dificuldades mais facilmente ultrapassadas. Os esforços valerão a pena, a situação está controlada e os Países dar-se-ão melhor, mas exige-se mudanças nas politicas.

Tomando estas medidas as dificuldades vão desaparecer em 2011. Aproximam-se mudanças e maior abertura dos Países, abrindo-se novas oportunidades. Mas tudo isto sem grande agrado dos detentores do poder, essencialmente económico. Aceitam as mudanças mas com reservas, torcendo o nariz, por não serem bem ao seu agrado.

Sendo assim 2011 vai ser um ano de tomada de consciência e de entendimentos, sendo necessário mais justiça social essencialmente. Vamos ver se será só temporário.
Esperava coisas piores sinceramente para este ano. Assim isto aconteça.

Em jeito de rodapé quero acrescentar que as catástrofes vão continuar por este ano fora. Tem a ver com a metamorfose e depuração, uma nova era que depois tentarei falar adiante deste estado de transição da terra, que trará muita transformação e muito sofrimento e instabilidade à humanidade com cenários de completa destruição, com este final de ciclo.

sábado, 1 de janeiro de 2011

EUROGENDFOR - EXÉRCITO SECRETO EUROPEU


LEITURA OBRIGATÓRIA!AS TELEVISÕES NEM SE ATREVEM A LEVANTAR O VÉU... tá bonito!
Existe um EXÉRCITO SECRETO EUROPEU, que também pode ser chamado de FORÇA SECRETA POLICIAL DE INTERVENÇÃO PARA O ESMAGAMENTO DE REVOLTAS NA EUROPA.Já se encontra dentro da União Europeia, porém apenas muito poucos sabem disso.A força possui os mais amplos direitos, tem de momento 3.000 homens e responde pelo nome de "EURO GENDFOR (EUROPEAN GENDARMERIE FORCE)", ou seja, TROPA DE POLÍCIA EUROPEIA. O seu comando encontra-se em Vicenza, na Itália, longe do Centro da UE.Quem deu vida a este projecto foi a Ministra da Defesa Francesa, Alliot-Marie, com o objectivo de mais facilmente esmagar levantamentos populares, como os que têm surgido frequentemente em cidades francesas.Esta força, já existente, pode agora ser empregue por toda a União Europeia, anulando os direitos nacionais e as soberanias dos Estados Membros!O Tratado de Velsen (Holanda), decidiu de forma inequívoca, que vai ser um CONSELHO DE GUERRA, que vai decidir sobre a sua actuação. Este conselho compõe-se dos Ministérios de Defesa e de Segurança dos países membros da UE, inclusivamente do país onde vai ser aplicado.Aos olhos dos observadores trata-se de uma clara manifestação de um DIREITO DE OCUPAÇÃO DA EUROPA. Porque, desde que tenha sido decidido por unidades da EURO GENDFOR a ocupação de edifícios e regiões, ficam estas debaixo da sua alçada, já não podendo sequer ser visitadas pelos organismos oficiais do país a que territorialmente pertencem. De facto, existe assim um DIREITO DE OCUPAÇÃO EUROPEU. Porém, a situação pode vir a piorar ainda mais.A EURO GENDFOR não possui apenas os direitos policiais, mas também a competência sobre os serviços secretos, e, pode, em estreita colaboração com forças militares, restabelecer a lei e a ordem nas zonas consideradas convenientes. Em caso de necessidade, deve esta tropa possuir todos os direitos e acessos a todos os meios considerados necessários, para executar o respectivo mandato.Graças à EURO GENDFOR encontram-se os governos europeus à vontade. Desta forma podem ordenar o abrir fogo contra as próprias populações em caso de demonstrações de massas, colocar regiões inteiras sobre quarentena militar e prender os principais cabecilhas, sem ter de chamar militares, ou polícias, da sua própria nação, visto existir o perigo destes se solidarizarem com os revoltosos.A EURO GENDFOR, por sua vez, graças às suas excepcionais atribuições de direitos civis e militares, não pode ser responsabilizada por ninguém.Este cenário, que parece incrível, tornou-se agora possível através da entrada em vigor do TRATADO DE LISBOA, que não é mais do que a Constituição da UE sob novo título.A European Gendarmerie Force (EGF) é uma iniciativa de 5 Estados Membros - França, Italia, Holanda, Portugal e Espanha. Iniciativa de Portugal? Porque nunca ouvimos falar disto antes?
As suas funções são:
- Responder à necessidade imediata de conduzir todo o espectro da acções de segurançaa civil.
Como?
- Sozinhos ou em cooperação com as forças militares intervenientes.
Reparem que são uma força multinacional.
O quartel general (HQ) está em Vicenza, Italia e reforçam a prontidão das forças. Olhem só o objectivo:
O objectivo da EGF é providenciar a Comunidade Internacional com um instrumento válido e operacional para gestão de crises, prioritariamente à disposição da EU, mas também de outras Organizações Internacionais, como a NATO, UN e OSCE, e suas coligações.
Mas ainda há mais!
Vejam quem é o Comandante da Força!Português ->Coronel Jorge Esteves da GNR É português?! E nunca passou nas noticias nacionais uma coisa destas?
Segundo o site ele comanda desde 26/6/2009, cargo que deixará em 2011.
É da GNR! Agora se percebe porque é que escolhem a GNR para ir para manutenção de paz (como Bósnia, Timor, Afeganistão, Iraque, etc.) em vez das tropas mais especializadas.... Estão a treiná-los em situações reais.
O homem é de Abrantes, tem 52 anos e veio do Regimento de Cavalaria.
Ora bem, vamos lá analisar o que podem fazer!
A ní¬vel estratégico:
- Fazer policiamento em operações de gestão de crise, com base nas conclusões dos Conselhos de Santa Maria da Feira e de Nice:
http://www.ena.lu/conclusions_santa_maria_da_feira_european_council_1920_june_2000-02-27325%20target= http://www.ena.lu/conclusions_nice_european_council_7_9_december_2000-02-17960
- Quem pode usar esta Força?
UE, ONU, OSCE, NATO, e outras coligações.
- Quem ordena?
A Estrutura de Comando é a CIMIN (Comité InterMinistiriel de haut Niveau) composta pelos representantes dos responsáveis pelos Ministérios de cada Pais, que assegura coordenação poli¬tico-militar, nomeia o Comandante da Força e provisiona-lhe directivas e orientações para o emprego.
Qual a estrutura da Força? E a ni¬vel táctico?
- A Força pode ser posta sob o comando quer tanto de autoridades militares como de civis, por forma, a assegurar a segurança publica, ordem publica e o funcionamento pleno das tarefas judiciais. (Entrega de alimentos, cuidados médicos não interessa!)
- Não é uma força permanente (é só para repor a ordem... a ordem deles, é uma Força de Intervenção).
- A força é formada num máximo de 800 oficiais de poli¬cia, em menos de 30 dias. Para quem ainda não perceba como é que funciona, explicamos: existe um HQ permanente em Itália e, quando necessitam, formam uma força e essa é enviada para a crise, depois de fazer o que tem a fazer esta força é desmantelada.Mas afinal o que é que eles tem a fazer?
- Missões gerais de segurança pública;
- Missões de manutenção da ordem publica, Combate ao crime;
- Investigação criminal (detecção, recolha, analise de informação);
- Processamento, protecção e assistencia de indivi¬duos;
- Controlo de tráfego;
- Desactivação de explosivos;
- Combate ao terrorismo e crimes maiores e outros especializados;
- Armazenamento, gestão, recuperação e evacuação de equipamentos, transportes, ajuda médica (não se deixem enganar por este último ponto, pois reparem que não existe distribuição nem de propriamente a ajuda, apenas a organizam);
- Monitorizar e aconselhar a policia local no seu trabalho do dia-a-dia;
- Vigilância do público;
- Policiamento das fronteiras;
- Serviços secretos;
- Protecção de pessoas e propriedades (esta até é cómica! Vamos ver quem são essas pessoas e propriedades...);
- Treino de oficiais de poli¬cia e de instrutores.
Por fim, vamos aos si¬mbolo. Este é o logotipo da força em questão
- O mote "Lex Paciferat" (A Lei trará a Paz);
- A espada como cruz invertida;
- O louro maçónico;
- A granada a rebentar (parece uma planta, mas é uma granada e as chamas a sair dela) -
Sendo tudo isto tão interessante porque não passou nos média nacionais e europeus?»
(cópia de mail que recebi)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Previsões Portugal 2011


Conforme publicações em anos anteriores volto às previsões no geral para Portugal.

1-Vivemos num clima negativo, com os governantes meio incomodados e já sem saber que fazer e que rumo tomar. Fecham-se em reflexões e o País afunda-se em sofrimento à espera que entre por aí o FMI ou o Fundo de Estabilização da União Europeia.

2-Mas eis que com a chegada de ajudas financeiras nasce uma nova esperança e apesar de um País arruinado as pessoas ficam mais optimistas, acreditando que com a ajuda externa as coisas podem melhorar. Surge a expectativa de politicas mais correctas e sensatas.

3-Espera-se assim obter resultados positivos com a imposição de medidas que inquietam e perturbam socialmente. Assiste-se a um falso jogo politico em que os governantes continuam a “jogar às escondidas” arranjando esquemas e faltando à verdade, (enrola-se). Assiste-se a uma infidelidade governativa. Os governantes não se assumem e por causa disso a mão das ajudas monetárias vai ser mais pesada para os portugueses.

4- Teremos instabilidade em todos os domínios, quer nos lares, no trabalho e a consequente destruição. Vai ser necessário rectificar as más políticas que nos conduziram aqui. Examinar tudo ao pormenor e criar novas referências para a nossa sociedade. O País que somos todos nós está falido.

5- Em síntese, conclui-se que tudo isto é a consequências das políticas tidas ao longo destes anos todos que tem a ver com o comportamento e personalidade dos lusos, quer os que gerem quer os que deixam gerir.
Mas com a ajuda externa e com novas acrobacias dos nossos políticos, vai-se conseguir dar a volta e assim se irá conseguir segurar as pontas. Portugal poderá antecipar o recurso à ajuda externa e isso aliviará um pouco da asfixia, porque já não conseguem controlar o País, com buracos financeiros por todo o lado.
Caiu-se num lamaçal mas vai ter que se encontrar saídas à falência de Portugal.

Um recado: Aos que vaticinam convulsões sociais e mesmo revoltas, não esperem por isso em 2011. Alem de que o povo é sereno.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

SOCRATES AMEAÇA DEMITIR-SE “crónica de um sonho”



Numa altura em que se fala em remodelação, governos alternativos ressuscitando a velha AD (PSD+CDS/PP), outros que defendem um governo de salvação nacional com pessoas válidas e patrióticas eu acrescentaria e desprendidas de qualquer interesse que não fosse a Salvação Nacional (se é que ainda temos salvação) etc, afinal o mote é outro. SOCRATES AMEAÇA DEMITIR-SE. É certo que já o fez uma vez por causa do Orçamento de Estado, caso não fosse aprovado, mas AGORA É MESMO A SÉRIO. Escrevo isto em parangonas.
Porque me parece inédito. A razão das suas ameaças prendem-se com o facto de o seu amigo Carlos César nos Açores ter decidido não penalizar o seu povo, com a lei do Governo, baixar os salários aos Funcionários Públicos naquela Região Autónoma. Mas isto foi o corolário de um acumular de situações, que fez precipitar agora a verdadeira ameaça do Sr. 1º Ministro. Ele estava enfurecido e eu a ver-lhe aqueles olhos esbugalhados e aquela sua ameaça que até pensei que fosse velada como seria de esperar, mas não! Aquele seu “vitupério” era mesmo para ser levado a sério. Estava mesmo determinado a bater com a porta depois de tantas injustiças nestes últimos tempos, não era de se esperar mais nada, aparecer agora um seu camarada a não deixar baixar os salários nos Açores. Com esta atitude ele disse “assim não vamos lá, basta! Demito-me”. E depois expôs um rol de situações já anteriores que o levou a decidir demitir-se. Falava da "sua impotência" e da imoralidade na distribuição de dividendos das empresas como a PT a Cimpor entre outras, que anteciparam o pagamento do dividendo só para não ajudarem o país a sair da crise, carregando nos pobres e alguns funcionários públicos. Do PEC que entre outras coisas fez milhares pequenas empresas irem à falência, de famílias mais pobres a perder o Abono de Família que nunca pensaram vir a perder. A privatização do BPN, que lhe roubou do Orçamento 4 mil milhões de euros e afinal depois ninguém quer comprar aquilo, que bem lhe podia ter dado jeito na ajuda a tirar 20% da pobreza em que se encontram. O ter que se andar a vender à China por causa da compra da Divida Pública. Ah depois arrematou com o ter que ceder à Caixa Geral de Depósitos com o argumento que os "brilhantes" quadros que eles lá têm podiam sair se lhe baixassem o vencimento, sendo obrigado a dizer que afinal a baixa de salários só se aplica a meia dúzia de funcionários públicos e que os Altos Quadros e Dirigentes de empresas participadas do estado estavam excluídos dessas mediadas. Sei que falava também das sucessivas ameaças do FMI e da imposição da União Europeia nas políticas internas como agora a flexibilização das leis laborais.
Eu sei lá! Era tanta coisa que me chegava como um turbilhão, que quando ele já aos gritos a dizer que no ano que vem é que isto se tornaria insuportável e por isso dizia a Carlos César ao telefone:-aproveito a tua borrada em diferenciar os Portugueses de 1ª e de 2ª para anunciar a minha demissão. Acabou-se, Ano Novo Vida Nova, os Portugueses para mim têm que ser tratados por igual, por isso vou demitir-me. E com estes gritos, sobressaltado acordei. E aqui é que eu fiquei irado afinal estava a sonhar. Mas pensei logo a esta hora da noite em que toda a gente está a dormir fui justo eu acordar com um sonho impossível na vida real. Até parece que não está tudo a dormir!!!
Depois fiquei a pensar…há coisas do diabo. Será que anda por Portugal o tal Anti-Cristo que se fala na Bíblia? Arre! Se calhar ele quer mesmo derreter isto tudo?
Nem dormi mais o resto da noite. Fiquei perturbado com o sonho.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Banco Alimentar contra a Fome



Decorreu este fim-de-semana um banco alimentar contra a pobreza. Mais uma vez a solidariedade a funcionar. Num país em que governantes cada vez se esquecem mais o significado dessa palavras, que foi remetida para a “Quinta dos infernos”, o povo português teima em manter-se solidário nos momentos de aflição. Ao menos isso, reconhecer que a pobreza, esse inferno que se estende como um manto negro por esse pais fora, onde dificilmente alguma família conseguirá escapar.
E lá está no meio disto tudo, o Portugal solidário, com recolhas de alimentos por esses Supermercados ao longo deste País imensamente solidário.
É certo que muitos destes donativos nem sempre chegam a quem deviam, mas vale a coragem e o empenho nos que nesta recolha participam.
Entre ricos e pobres, todos estão convocados, para este exército, que este sim parece querer ser de Salvação Nacional.
Dos pobres sabemos nós o que os move, dos ricos apenas se espera um gesto de altruísmo. Constituído essencialmente por filantropas senhoras, cujo objectivo é a CARIDADE.
Já que falamos de caridade uma palavra de apreço também à Caritas e todas essas dioceses que têm combatido este flagelo chamado FOME e bem denunciaram que também é necessário.
Mas voltando às humanitárias senhoras que desenvolvem estes projectos, um bem-haja para elas. Fazem recordar as nossas saudosas Rainhas de Portugal, como é o caso de D. Maria I ou mesmo a Rainha D. Amélia, entre outras. Rainhas que pela dupla nobreza se preocuparam com as causas sociais tanto uma no turbilhão da Revolução Francesa como a outra nas lutas pela Implantação da nossa República, levando por diante obras de caridade como foi o caso da “Casa Pia” ou do combate contra a Tuberculose, sanatórios, etc.
Pena que não tenhamos mais Rainhas! Mas há por aí hoje em dia pequenas Rainhas e para todos os gostos, ou melhor há muitas D. Marias, mas certo é que também temos muitas “Amélias”. As Marias, são essas pequenas Rainhazinhas esposas dos ricos da nossa praça que construíram seus feudos económicos e empresariais à conta da exploração da mão-de-obra barata, da fuga engenhosa ao fisco e à justiça e a coberto dos nossos Reis-mandados que nos governam e promovedores da concentração da riqueza.
Essas são as senhoras da Caridade Social dos nossos tempos, as Rainhas da nova era. Pessoas que vivem faustosamente, que são co-proprietárias de grandes grupos económicos, que engordam a olhos vistos enquanto a fome e a miséria prolífera e depois se dedicam a estes pequenos gestos de caridade social, fazendo uma dupla promoção, a do seu ego e da falsa solidariedade.
As Amélias, são aquelas pequenas mas grandes almas, que se entregam as estes projectos, convencidos que é assim que se resolvem os problemas da desgraça daqueles que baixaram os braços esquecidos que a democracia ou este modelo económico lhes daria paz, pão, saúde, habitação e liberdade que tanto se apregoou no 25 de Abril ou na Revolução Francesa como a liberdade, igualdade e fraternidade.
Há que lembrar isto de novo. Porque olhando bem, pouco mudou ainda!
Façam alguma coisa a sério e não andem a brincar às Rainhas e à plebe.
Solidariedade social não é dar o que nos sobra por caridade, é promover a distribuição da riqueza. Isso eu não vejo fazer. Antes pelo contrário.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Sindicalismo! Que futuro?


As novas situações que se apresentam exigem acções e respostas dos sindicatos.
Deve-se rever os métodos e arranjar novas motivações. Redefinir a actividade sindical, uma vez que se deparam novos paradigmas sociais e económicos que inclui o fim do “el dourado” tempo do dinheiro fácil e crédito hipotecário.
Vai-se passar por uma fase de declínio social, arrastando os sindicatos, daí que se torna necessário um novo impulso, como que um acto de rebeldia, para colocar os sindicalistas na linha da frente das preocupações sociais. Será necessário criatividade e uma nova reflexão. É necessário uma sapatada, tanto por forma a demonstrar uma separação dos que governam, bem como criar estratégias para chegar aos trabalhadores e conduzi-los nas suas duras lutas futuramente.
É necessário uma reorientação dos sindicatos, por de forma a maior mobilização e consciencialização. Este caminho já não serve. Começa a saber a pouco. Tem que se ganhar novo saber, aprender, ter imaginação e MEMÓRIA, para contrariar estas desculpas para a crise (um modelo económico e social a caminho do abismo). Tem que se saber escolher, ou ao lado dos que sofrem e trabalham, ou então eles voltam-se para outras soluções. E a história sabe disso!
O nacionalismo está à espreita e já se conhecem sinais. Se o povo passar mal os sindicatos têm que estar na linha da frente, ao lado de quem trabalha e precisa solidariedade acima de tudo.
Este é o momento de viragem, nada mais será como dantes (não tenham ilusões), acabou-se a “época das vacas gordas”, pelo que é necessário demonstrar às pessoas porque se chegou aqui, mostrando que o erro não está em quem trabalha mas sim em quem dirige, apontando as setas nessa direcção. Percebamos de uma vez por todos, que estamos falidos, que o povo está sem dinheiro, em vias de ficar faminto e que este modelo de sociedade caminha a passos largos do seu fim. Mas não os podemos deixar reinventá-lo, correndo o risco de maior concentração de riqueza e maior dependência dos povos.
Chegou a altura de despertar consciências. O mundo avança com pequenos recuos, é certo, mas as revoluções acontecem quando se perde a esperança. Estamos quase lá!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Portugal. Um País de doidos!


Dois em cada dez portugueses sofrem de perturbações psiquiátricas e o país revela "um padrão atípico, em termos europeus", de prevalência destas doenças, com números que se aproximam dos Estados Unidos, o país com a maior taxa de população com doenças mentais no mundo.

As conclusões são do primeiro estudo que faz o retrato da saúde mental em Portugal e que se insere na iniciativa mundial dos estudos epidemiológicos da Organização Mundial de Saúde (OMS), coordenada pela universidade norte-americana de Harvard e que envolve outros 23 países. Os seus autores descrevem-na como a "maior base de dados do mundo" na área, com mais de 100 mil pessoas entrevistadas.

O estudo português, cujos resultados preliminares tinham já sido apresentados em Março mas sem incluírem a comparação com todo o universo dos países observados, revelou que 22,9 por cento dos 3849 entrevistados sofrem de perturbações psiquiátricas, aproximando-se dos 26,3 por cento dos EUA.

Países do Sul da Europa com os quais Portugal normalmente se compara têm taxas bem mais baixas - Espanha fica-se pelos 9,2 por cento e Itália pelos 8,2 por cento - e mesmo os países nórdicos, onde a prevalência destas doenças é elevada, estão abaixo dos números nacionais.

Segundo o coordenador do estudo português, Caldas de Almeida, no topo dos problemas estão as perturbações de ansiedade, com 16,5 por cento, as perturbações depressivas, com 7,9 por cento, as perturbações de controlo dos impulsos (3,5) e as perturbações relacionadas com o álcool (1,6). Os mais afectados são as mulheres e os jovens dos 18 aos 24 anos e, dentro destes dois grupos, especialmente aqueles que estejam separados, viúvos e divorciados ou tenham níveis de literacia baixos e médios.

Ao nível do acesso aos serviços de saúde, o estudo constatou que existem "coisas boas e más". Segundo Caldas de Almeida, "os cuidados primários e de clínica geral têm uma acessibilidade muito boa em termos europeus, enquanto os serviços especializados já não têm uma performance tão boa", disse em declarações à agência Lusa.

Para além de medir a prevalência das doenças mentais, o estudo também tem como objectivo medir "o impacto destas doenças na produtividade de um país, em termos de incapacidade, de faltas ao trabalho e de doenças físicas".
“ in Publico”

O autismo dos nossos governantes e o constante optimismo completamente desfasado da realidade continua a dar bons frutos, pelo menos a nível de psiquiatria, que está a criar um país de doidos.
Parece também que em Portugal algumas pessoas reconhecem que estão com perturbações psiquiátricas e depressivas, mas aflitivo é os que estando mais doentes a esse nível, escondem disfarçando até não poder mais. Só quem lida com o problema é que sente isso. Uma coisa posso garantir, nunca vi tamanha epidemia a alastrar por este país fora.
Reparando no comportamento a nível de condutores nas estradas.
A brutalidade com que se digladiam, só por falta de civismo. E nas repartições públicas e estabelecimentos comerciais? Aí as reclamações dispararam! Mas mais engraçado é que não se reclama mais porque a esmagadora maioria não sabe escrever duas linhas no “Livro de Reclamações” senão bem podiam vir livros. Tudo isto são sintomas. Mas deixem aumentar mais os desempregados e vão ver a cambada de doidos que nos tornamos.
Não se esqueçam é que muitas queixas de doenças variadas não as conseguem associar com doenças psiquiátricas, infelizmente.
Tudo isto somado acho que poucos serão os que não estão loucos.
Isto sim uma verdadeira epidemia silenciosa e sofrida!
Anda tudo doido afinal? Ninguém quer saber!