terça-feira, 22 de janeiro de 2013

REGRESSO AOS MERCADOS FINANCEIROS

Num “dois em um”, o Governo de Portugal, anunciou aquilo que o ministro das finanças alemão tinha adiantado ao Gaspar, na célebre conversa apanhada pela reportagem da TVI. Até aqui nada de novo, até porque era inevitável. Prometeu-lhe que logo acalmassem a Grécia, pensariam na dívida portuguesa. De facto assim aconteceu.

Tudo planeado no segredo dos deuses, apesar do falatório que até foi negado pelo Passos Coelho, vem o Gaspar tirar o coelho da cartola. Anuncia-se de um dia para o outro a ida aos mercados de divida pública e apregoa-se também o alargamento do prazo de pagamento da dívida à TROIKA.

É genial o Gasparzito! Aproveitando o bom momento que atravessa a União Europeia, anuncia a ida aos mercados e a dilatação dos prazos da divida, beneficiando do ânimo dos mercados.

Ora isto só faz com que os mercados subscrevam essa emissão de dívida com o entusiasmo a dobrar, devido às duas boas novas. Afinal Portugal portou-se bem, cumpriu as metas (que bem sentimos na pele) e levou o prémio do alargamento do prazo.

Cumpriu as metas, isso é que vamos ver! Porque com o rasto de destruição da economia não vai sobrar pedra sobre pedra. O que fica é a destruição. O tecido produtivo ficou aniquilado, o desemprego que nos vai levar à miséria disparou, mas Portugal conseguiu regressar ao mercado. Viva, viva.

Vai financiar-se com juros mais altos que os da TROIKA, que ajuda é os Bancos, como o BES, também responsável pela colocação dessa divida no mercado que arrecadará uns milhares com a operação e com a compra dessa divida com juros bem altos. E para isso já há dinheiro na banca, mas para financiar as empresas é que “está curto”.

Diz-se que é bom para o País que facilita o financiamento das empresas no mercado. Quais? A EDP, PT, SONAE, etc? Ora, mas e as outras pequenas empresas, quem as ajuda, as que mais precisam ser ajudadas?

O Gaspar, quis aproveitar o tal bom momento mas também lhe criou as boas condições, para que não haja hipóteses de dizerem que foi um fracasso. Mas vejamos! Não seria preferível negociar isso sim, juros mais baixos da dívida? Ao fim e ao cabo só empurrou com a barriga uma dívida gigantesca que se agigantará ainda mais, daí só podemos concluir que foi um mau negócio. E quanto ao ser um sucesso; hum! Deviam saber que numa depressão há anos que parece que as coisas melhoram, mas logo a seguir vêm anos bem piores que os outros. É o que está a acontecer agora. Ou pensam que os nossos problemas e os da Europa estão ultrapassados? Desenganem-se, só estão a começar.

A título de exemplo, Salazar, aplicou a mesma receita que estes estão a aplicar. Herdou um País falido e durante 48 anos deram-nos fome e miséria e nós amochámos todos.

Parece que a história se repete.

Esse “dois em um”, não será o estarem a enganar o povo e os mercados, fazendo crer que tudo parece melhorar quando se preparam para um momento fatal?

Veremos lá mais para a frente!
Não se esqueçam do programa do BCE de compra de dívida dos países aflitos e isso um dia acaba, depois é que quero ver!



domingo, 20 de janeiro de 2013

SEGURO a PASSOS largos na refundação do Estado/estrago

O Secretário Geral do PS, passou ao ataque. Calculista como sempre, joga “Seguro” o José. Enquanto andou pela oposição do seu partido soube sempre esperar como uma “raposa manhosa” (não fosse essa aliada à charlatanice a principal característica da generalidade dos políticos).

Cego, surdo e mudo, pelos corredores do partido, soube esperar até que o lobo acabasse por sucumbir pelas políticas desastrosas, que além de arrogante e autoritário conduziu Portugal à desgraça que clamou pelo FMI, ”o fugitivo em Paris”. Claro está, José Sócrates, que bem podia dar título a uma a comédia, se não fizesse das nossas vidas uma verdadeira tragédia.

Mas ontem fiquei surpreendido, com a mudança de atitude do Seguro,. Provocou em Coimbra um verdadeiro comício como que se desse inicio à pré-campanha do PS às próximas eleições.

Bem sei que ainda se não fala à boca cheia desse cenário, mas lá tem a sua razão. Se não vejamos. Depois do discurso do 5 de Outubro, António Costa deu inicio à sua caminhada (não de carroça, mas com a bandeira às avessas) ao lado de um Presidente que teimosa mente, mantém uma atitude autista perante a nação, fazendo crer que aposta na estabilidade política em detrimento da instabilidade das nossas vidas. Até parece poético não fosse “de todo ” expressão coquete usada pelos governantes e uma estirpe social, que cada vez mais enriquece o nosso vocabulário, pelas várias vezes ditas nas televisões às quais assistimos com um ar de sofrimento “plasmado” no rosto (é só expressões chiques) às quais nos concatenamos (outra) como uns verdadeiros parolos que enriquecem o vocabulário para contrariar o empobrecimento geral.

Bem! Dizia eu, com António Costa a morder-lhe os calcanhares, nesse discurso tão eloquente no debate do “futuro de Portugal”, Seguro passou ao ataque porque assim se obriga. Das duas uma, ou se deixa agarrar por mais um lobo que espera a sua presa ou então tem é mesmo que fugir antes que seja abocanhado.

E foi isso que fez Seguro. Não muito “seguro” do momento, pois o governo ainda não está moribundo, (mas sabendo que sempre teve uma doença congénita, não fosse ela formada por um outro predador chamado Portas) e já começou a afiar as suas garras, não de abutre como esperava.

Assim perante governantes ignorantes e incapazes de resolver os problemas da nação, prepara-se mais um idêntico, para lhe dar continuidade.

Um partido amarrado ao acordo que fez com a Troika, é certo que não pode espernear muito, mas limitar-se a abster-se na Assembleia ou a não apresentar políticas alternativas está apresentado.

Mas ontem ele tentou dar um ar da sua graça, ensaiou mostrar que o seu partido é diferente. Que não é responsável pelas políticas seguidas nos últimos anos da desgraça nacional, das PPP´s, BPN, dos deficits e das obras megalómanas. etc.

Será que o PS além de defender a renegociação da divida que é por demais evidente não tem mais nada a apresentar ao país?

Claro que não, vai garantir que não faz promessas e coisa que o valha, porque sabe que o povo já não vai em promessas, mas também sabe que entre o desânimo de Sócrates e a raiva aos políticos que nos têm governado, o povo poderá ou não, vacilar entre a abstenção ou o voto de protesto noutros partidos, não fossem os portugueses esquecidos do mal que lhe fazem.

A levar em conta isso, e a analisar pelas sondagens perniciosas, digamos que chegou a vez de José galgar para a frente, sem ter tempo de olhar para o António atrás.

Tendo em conta que o governo decidiu debater o estado da nação na chamada "Refundação do Estado" à porta fechada, Seguro escancarou as portas a toda a gente.

Mas será que as ideias gastas do PS ainda enganam alguém?

Claro que sim!

Basta Seguro passar ao ataque, denunciando à boleia de outros partidos e da maioria dos cibernautas, que o relatório do FMI foi encomendado (porque o foi) e apresentado ao país, porque cobardemente o governo não tem coragem de destruir mais a vida dos portugueses, precisando de uma muleta para poder continuar esta politica de destruição social sem fim à vista.

Aliás as novas propostas do FMI, planeadas em pensamentos neo-liberais, com cortes a nível do trabalho e direitos sociais, como educação e saúde assente no apoio aos monopólios privados, combinados com a banca especuladora que continuam a sugar as nossas finanças, como agora o caso do BANIF, deixando para trás uma verdadeira aposta no apoio às pequenas e médias empresas, que poderiam funcionar como pilar na recuperação nacional, certa é a vontade inovadora dos portugueses, que levaria ao estancamento da sangria no mercado de trabalho e na asfixia do estado social.

O FMI e o governo apostam em cortes e mais cortes em direitos sociais, aumentando ainda mais os impostos como o anunciado ajustamento para cima nas taxas de IVA para produtos essenciais, em prejuízo de abaixamento da taxa de produtos que para a maioria se poderão tornar produtos de luxo, que cada vez mais só estão acessíveis a uma pequena franja de portugueses intocáveis nos seus impostos, à boa maneira dos nossos governantes.

Aproximar a taxa mínima de produtos essenciais à taxa máxima onde se incluem produtos supérfluos só vai cavar ainda mais o fosso entre ricos e pobres, num governo em que a principal preocupação é o regresso aos mercados especuladores, como se a economia fosse feita de números.

Mas este governo não se fica por aqui, a sua aposta parece também, agora que deixou os ricos intocáveis, em baixar fortemente o imposto sobre as empresas (IRC) com o argumento de maior competitividade, como se os empresários não assentassem os sues lucros em políticas de baixos salários e precariedade laboral, quando para o povo o FMI clama por menos escalões no IRS e menos benefícios fiscais, numa sangria até à última gota.

Sendo assim vai ser fácil fazer oposição, e como o povo é na maioria de memória curta, lá voltaremos ao alterne badalhoco da politica governativa.

sábado, 12 de janeiro de 2013

NÃO, NÃO E NÃO


Não deixei de pagar os meus impostos

Não corrompi nem fui corrompido

Não tenho emprego por cunha

Não recebi subsídios a qualquer troco

Não roubei bancos nem empresas

Não recebi de qualquer tacho

Não fui político oportunista

Não recebi fundos comunitários

Não tirei cursos sem ter que estudar

Não enviei dinheiro para off-shors

Não tenho contas na Suíça

Não pedi empréstimos sem os não ter que pagar

Não contribui para a destruição do tecido produtivo

Não subi na vida à conta da política

Não pedi favores indevidos aos amigos

Não sou de padrinhos nem afilhados

Não sou neto barão nem tenho pedigree

Não recebi sem que não trabalhasse

Não fiz riqueza porque vivo do meu vencimento

Não deixei de produzir à troca de subsídios

Não vivi acima das minhas possibilidades

Não recebi subsídios sem querer trabalhar

Não falseei rendimentos para receber qualquer subsídio

Não fiz investimentos errados sem que os não pudesse pagar

Não tive proveito de legislação feita à medida

Não sou Maçon nem pertenço a sociedades secretas

Não sou pedófilo por isso não fui protegido

Não estoirei dinheiro em bordéis

Não tenho vícios que não possa sustentar

Não comprei carrões nem casas com piscinas

Não me casei por interesse

Não nasci para ser menino rico

Não desfrutei de bens que me dessem

Não fui promovido sendo incompetente

Não fiz fortuna na politica

Não incriminei ninguém indevidamente

Não participei em negócios fraudulentos

Não desviei material no meu trabalho

Não recebi recompensas

Não recebi prémios de trabalho para amigos

Não tenho um trabalho para boys

Não trabalhei no Estado ou Câmara após eleições

Não trabalho em nenhum Instituto ou Organismo por convite

Não comprei terrenos antes de alterar o PDM

Não paguei nem recebi luvas de ninguém

Não beneficiei os meus amigos

Não destruí o erário público

Não fui suspeito de negócios ilícitos

Não criei empresas para negócios com o Estado

Não fiz negócios que prejudicassem o País

Não meti baixas fraudulentas

Não inventei desculpas esfarrapadas

Não beneficiei de qualquer privilégio

Não me sinto suspeito de nada

Não trabalho de forma desonesta

Não sei porque se destrói tanto emprego

Não sei porque dizem que a culpa é da crise

Não sei porque criaram a crise

Não sei para que são tantos sacrifícios

Não sei porque eles não pagam a crise

Não sei porque dizem que vivemos acima das possibilidades

Não sei porque eles nos mentem tanto

Não sei porque nos empurram para a miséria

Não sei porque os impostos são sempre para os mesmos

Não sei porque não me deram as mesmas oportunidades

NÃO SEI PORQUE TENHO QUE PAGAR POR ISTO.


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O RELATÓRIO DO FMI

Carlos Moedas o servo da Goldman Sachs (banco que monopoliza a economia) disse que o “relatório do FMI está muito bem feito” e que o Governo está a estudar o “Menu de medidas” propostas. Mas isto não foi um relatório encomendado pelo governo, uma espécie de conjuração contra os portugueses?

Estes seres juntam-se todos combinam uns estudos e depois a coberto de uma entidade que é tudo menos suspeita, a não ser o ter levado à desgraça (ao longo da sua existência os países por onde passa) e à miséria dos seus povos, a troco de medidas austeras que leva os governos desses países a entregar às mãos do grande capital internacional (comandados pelo referido Banco) o tecido produtivo e lucrativo bem como a riqueza existente nesses países a troco de umas orientações destruidoras para a economia desses países, para mais fácil os subjugar às suas mãos .

Com esse mesmo propósito está esta equipa “ultra-triokana”, que em conluio com estes prestimosos governantes estão a condenar pornograficamente à miséria todo o povo luso. Serão eles portugueses?

Não, parece-me mais que já são uns apátridas tal como o dinheiro que só conhecem a cor do lucro e a destruição de vidas, tanto é que vieram novamente ao seu país, parte dos governantes, juntarem-se aos restantes agiotas que já cá estavam, cumprir ordens de destruição e depois regressam novamente aos “States” ou a um outro lugar estratégico onde sejam novamente colocados a fim de continuarem a devastação dos povos.

Este é o propósito, em vez de ajudar, aniquilar nações inteiras, com justificações macabras de que é necessário fazer cortes e reduzir salários, etc, etc.

Toda a gente sabe que sem dinheiro a circular e sem consumo, a economia definha, então porque nos querem mirrar, sem dinheiro daqui amanhã para nada?

Para nos obrigar a entregar-lhe todas as empresas estratégicas, como já fizeram com a banca que agora somos obrigados a apagar os seus desvarios inconsequentes sem termos nada com isso?

Entregar a EDP, PT, GALP, etc, que já deu fortunas a ganhar aos Amorins e outros mais, agora a TAP a ANA, RTP, e tudo mais que já pouco ou nada resta a não ser as águas que é o bem mais precioso que existe e está na calha para a próxima privatização.

E depois vai-nos acontecer como por exemplo na Califórnia?

Onde há pessoas que têm que optar entre pagar a água ou as compras do supermercado? Vamos ter que optar depois entre morrer à fome ou à sede?

É isto que querem fazer de nós, estes seres maquiavélicos que servem o capital sem qualquer remorso?

Querem entregar-lhes tudo para depois nos aprisionarem a vida?

Querem fazer de nós novos servos?

É este o sentido de evolução da humanidade?

Este estudo do FMI vem nesse sentido, de nos tornar os novos escravos da Goldman Sachs e seus acólitos.

Então quando já há mais de 20% de desempregados, com dados estatísticos maquilhados, fechando os olhos a tanta pobreza envergonhada, agora vêm dizer que os desempregados têm que receber cerca de €400 num mínimo de tempo, para estimular a procura de emprego, escondendo que isso estimula a baixa salarial. Não tarda muito, estamos a ganhar pouco mais de 1 euro por dia como nos países mais pobres.

Querem-nos pôr a comer à troca de trabalho escravo? Mas de quantas horas? De sol a sol novamente?

E o avanço que o mundo teve?

Os novos métodos de produção que quase não necessita da intervenção humana e gera lucros chorudos?

Isso não contou para a distribuição da riqueza para a humanidade?

Só serviu para criar multimilionários e espalhar miséria?

A esses os Governos nunca souberam tirar?

Sendo eles os culpados da crise ao não promover a distribuição da riqueza, porque razão nos querem tirar direitos obrigando os desempregados a inundar o mercado com mão-de-obra barata, para nos oferecerem umas “cascas de alho” sem podermos recusar?

Porque razões querem destruir o ensino, eliminando professores?

Para depois pormos os filhos a trabalhar de graça ou a pagar para aprender um oficio como antigamente?

E as propinas a aumentar ainda mais e a serem criadas a outros níveis do secundário é para afastar os pobres do ensino?

Porque razões querem baixar os vencimentos em mais 5% e 7%, se já está tudo falido, endividado e carregados de impostos?

Porque razão querem baixar as reformas em 10%, se são os reformados que sustentam os filhos e netos desempregados?

Querem um bando de famintos submissos, ou querem que toda esta gente vá roubar?

Querem ainda mais 120 mil funcionários públicos (20%) metidos no desemprego, ou querem acabar realmente com a dignidade das pessoas?

Querem-nos pôr a trabalhar mais horas, para aumentar ainda mais o número de desempregados?

Querem-nos pôr uma vida inteira a trabalhar com reformas aos 66 anos, quando a esperança de vida vai diminuir com o tipo de alimentação que podemos ter à base de papas e fast-food, pagando para uma reforma que nunca usufruiremos?



Não há uma única palavra que seja nesse famigerado relatório sobre criação de emprego! Visto isto está tudo dito!

E as Taxas Moderadoras a €40, os medicamentos quase sem comparticipação nenhuma, querem-nos matar ou querem matar o SNS, porque o negócio da saúde é dos mais lucrativos?

Vão regressar os curandeiros e vamos passar a curar-nos com chás e mezinhas, sem dinheiro para medicamentos e com as classes da medicina emigradas para outros países?

Não há uma única recomendação para os gastos ministeriais que só aumentam, vergonhosamente como um país de terceiro mundo?

Pagaram milhões por um relatório encomendado para nos destruir, usando indicadores incorrectos e falseados?

Fizeram obras faraónicas, para engordar as empresas dos amigos, como as auto-estradas e destruíram o tecido produtivo para servir a União Europeia e agora dizem que temos que poupar?

Que querem fazer de nós?

Corta, corta, corta! Querem-nos matar?

Matem-nos logo de uma vez e acabem-nos com este sofrimento, porra!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

CAVACO SILVA E O ORÇAMENTO DE ESTADO 2013





Cavaco Silva não pediu prioridade ao Tribunal Constitucional, na fiscalização preventiva do Orçamento de Estado.
Mas o que se impunha era que, se a lei não é conforme à Constituição segundo lhe parece, só tinha era que a vetar. Senão é também o principal responsável pelo não cumprimento da lei fundamental.
Se os governantes não cumprem a lei quem a deve cumprir? Se o que nos identifica é a Constituição que é a lei fundamental, com quem é que esta gente se identifica? Com o povo não é, porque as leis para o povo são baseadas na Constituição.
O Presidente Cavaco, se tinha dúvidas enviava ao Tribunal Constitucional para fiscalização preventiva.
Mas não o fez, porque sabia que o orçamento podia vir a ser chumbado pelo T.C. e as politicas inconstitucionais do governo não seriam aplicadas e teria que haver uma maior aplicação de politicas sociais mais justas no Orçamento.
Cavaco é cúmplice nesta politica e a prova disso foi ter enviado apenas para o Tribunal Constitucional, para fiscalização sucessiva, sem vantagens práticas nenhumas, como adiante se constatará.
Se tinha dúvidas devia enviar ao T.C. e eliminar de uma vez por todas essas dúvidas. Mas teve medo do julgamento popular, e proferiu um discurso duro sem resultados práticos nenhuns, baseado em desculpas esfarrapadas das consequências que daí advinham.

A fiscalização que optou, a tal sucessiva vai demorar os tais seis meses ou mais, como demorou o ano passado que depois de o Tribunal Constitucional se ter pronunciado não teve aplicabilidade prática nenhuma e eu (e os outros) lá fiquei sem os meus subsídios. Contudo Passos Coelho mostrou-se com vontade de eliminar as inconstitucionalidades neste Orçamento o certo é que fez pior a seguir.
E que fez Cavaco? Mandou para o Tribunal para fiscalização sucessiva, para que tudo fique na mesma. Para que criminosamente que era assim que devia ser chamado, não se cumprisse a Constituição e desta forma continuarem a ser os mesmos, cada vez mais pobres a pagar o Orçamento. Cavaco ao vir discursar à televisão, fez apenas um grande figurão, mostrou que estava contra, que lhe suscitava dúvida o Orçamento mas deixou que tudo continuasse na mesma, apesar de a sua “reformazinha” vir a ser prejudicada.
Cavaco comportou-se como um impostor ao vender banha da cobra. Disse onde estava dor e receitou uma pomada que além de não acalmar a dor, vai trazer muitos males maiores.
Cavaco Silva com medo da pressão que tem sobre as costas, sabendo do desconforto que já sente no lugar que ocupa, vendo que já não passa de um "verbo de encher" para a maioria do povo, veio repudiar em palavras o Orçamento e por baixo da mesa apertou a mão ao Governo.
Cavaco só fez isto, por causa do medo da rua e da pressão que sente, senão nem isso teria dito, tanto é que logo a seguir deu  um paliativo ao Passos Coelho, que foi enviar o O.E. ao T.C. sem prioridade na apreciação das normas que lhe parecem inconstitucionais, para que os resultados práticos da sua acção seja o mesmo que nada. 
Com gente desta estamos bem governados! 
Ou melhor:
-Com papas e bolos se enganam os tolos (que somos nós).

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

FIM DO MUNDO A 21 DEZEMBRO 2012?



Conhecendo a teoria do calendário Maia, uma em cada sete pessoas receia que o mundo acabe nesse dia. Outros pensam que pode não finalizar, mas alguma coisa pode acontecer aí, e pelo sim pelo não o melhor é estar prevenido.
Eu sinceramente estou convencido que tudo continuará mais ou menos igual, mas nada garanto a mim mesmo. Assumo que estou expectante. Mas expectante já estou há alguns tempos, pois até em previsões que outrora aqui fiz, alertei que as desgraças e as catástrofes naturais eram para continuar. O que é certo é que continuaram e agravaram-se. Portanto é de aceitar que estaremos numa fase de fim de ciclo em que a NASA não pode negar. Agora o que acontecerá? Acho que nada de especial! Talvez a inversão dos pólos pelo menos do sol é certo, devido ao alinhamento, mas de resto sinceramente acho que tudo continuará na mesma.
Claro está que tudo isto tem sempre uma dose pessoal indissociável, mas fui pedir ajuda às minhas cartas e eis o que interpretei no essencial:

  A assunção de uma maior consciência planetária, com um grande salto no plano espiritual, quer individualmente quer associados a grupos, onde acabamos por fazer parte de um todo, o tal uno a que pertencemos fazendo deste modo elevar a consciência da terra a um outro nível superior, no qual vamos agora entrar.
E neste momento por a situação politica e social se apresentar confusa, esta nova rede a que estamos ligados com a ajuda também das novas tecnologias, desperta-nos para a reflexão que nos dará a capacidade sensorial necessária para a tomada de consciência.
Por o mundo se encontrar de pernas para o ar, teremos de despertar as consciências e expulsar todas as ilusões e expectativas que nos criaram e continuam a criar. Teremos de perceber de uma vez por todas que nos andaram a iludir e continuam a enganar, e perceber que este modelo de sociedade já não serve, tendo que corrigir os erros do sistema e encontrar um modelo mais justo.
Este é o momento do acordar para a reflexão que se impõe.
É a oportunidade da aparição de novos pensamentos, ideais, de uma nova intelectualidade.

Porque se atingiu o limite do tolerável, por parte das pessoas, da falta de valores, onde passaram a imperar a ganância a cobiça a inveja e o desprezo pelo próximo e pela natureza, que nos empurrou para a desgraça em que vivemos, cada vez pior e que nos transforma a vida num tormento, quando o que se devia impor era a alegria, o amor, a felicidade e acima de tudo a solidariedade.
Tudo isto que nos está a acontecer é muito negativo, viver em plena imoralidade e inversão de valores, onde o dinheiro se sobrepõe a tudo e cada um apenas conta como número e que os vários números interessam como negócios corruptos e lucrativos.
As pessoas começam a aperceber-se disso e interrogam-se, mas a maioria não reage. Embrenhadas numa apatia displicente, nada fazendo para alterar o estado de coisas, como que embebedadas por um sistema que só lhe criou ilusões e sonhos, segurando-os no comodismo, convencidos que a sua participação na mudança não é necessário e delegando nos serviçais do poder económico, que os iludem a cada eleição ou crise por que passam. E assim continuam numa alienação da própria consciência como se estivessem dopados.
Mas as pessoas vão ter que encontrar novamente o seu destino como povos e humanidade e saírem desta apatia hipnótica, senão todas as politicas tomadas pelos que capturam os nossos destinos farão de nós escravos das suas intenções.
Por isso este é o momento de reagir veementemente a toda este sofrimento, obrigando-nos a cada vez mais sacrifícios, quando o valor mais alto para eles e a quem servem, é o dinheiro e o lucro fácil.
Este é o momento que temos que perceber que este modelo social acabou. Que é o fim de um ciclo na história da humanidade e que o 21 de Dezembro de 2012, é o que verdadeiramente significa. Uma linha que marca a mudança. Um ciclo que se fecha, mas um novo ciclo que começa e que o devemos encarar como uma esperança para o futuro mesmo que longínquo ainda para a humanidade.
Eles andam às voltas a remediar o irremediável, mas não encontrarão solução, assim como nunca será solução, as soluções como a que encontraram que para evitar uma grande bacarrota que levava à falência dos bancos e seus accionistas e o fim de um sistema. Mas, acabaram por sustentar as excentricidades dos poderosos, suportando em nós contribuintes, arrastando-nos para a completa penosidade de condição social.
Por isso este é o momento dos povos reagirem numa unicidade de consciência elevada a uma nova dimensão e criando verdadeiras referencias de vida.
O solstício de inverno do dia 21 representa a viragem, que se sentirá ao longo das próximas gerações que nos cabe a nós iniciar. Uma nova era, contida num novo ciclo para a terra e para a humanidade, num uno a caminho de uma luz e de uma nova consciência planetária que saberemos elevar, com mais plenitude e maior harmonia.
Este é o momento de combater o que já não serve, o que nos conduziu à desgraça e que alguns teimam em manter, como os que nos governam e outros velhos do Restelo. Esses são o nosso entrave e é por eles que devemos começar.
Toda esta situação conduziu-nos à pobreza inaceitável, mas servirá como alavanca para um novo amanhecer nos nossos destinos, que marcará uma mudança que já começámos a vivenciar.
A partir de agora assistiremos a essa viragem.
Toda esta embrulhada terminará e a tomada de consciências dos vários povos por esse mundo fora eleva-se e tomam-se atitudes necessárias à mudança. O solstício de 21 de Dezembro, iniciará em termos de calendário um ciclo, e termina outro, mas não um fim para a humanidade. Significará um outro início porque este velho sistema está podre, e neste novo inicio novas perspectivas para a humanidade se abrirão.
Basta que sejamos determinados e que entendamos que é realmente necessário uma mudança séria. Porque este modelo está podre, essa é a razão da mudança, e foi isto que colhi na minha leitura.
Vamos ter fé.

Veja na integra as profecias Maias que vai valer a pena  em:

http://www.teoriasderua.blogspot.pt/2010/09/profecias-maias.html

21 dezembro 2012



 A subida da consciência colectiva desta nossa humanidade, levou a um salto quântico com as consciências das pessoas e voltarem-se para as questões espirituais.
Também relacionado com as questões do quotidiano ou as materiais, todos nós sabemos que temos vivido tempos de grandes transformações nos últimos tempos e após termos vivido estes cerca de últimos 20 anos, em espécie de período de euforia a nível financeiro, tudo agora se transformou e de um momento para o outro, entrámos num processo de penúria, por culpa de um sistema que nos permitiu superar mesmo até o espectável. E quando tudo parecia correr bem a desgraça bate-nos à porta e instalou-se assim uma grande depressão a que eles começaram por chamar crise do subprime, que é bem mais profunda do que parece.
E deparados com esta crise todos nós num colectivo de uma grande elevação de consciência, estaremos unidos para combater tamanha tentativa por parte do poder instituído, no sentido de nos empobrecer e de nos tornar mais subservientes e dependentes de uma certa autoridade imposta pelo poder, que quer aplicar regras da submissão.
 Este momento vivido é o tempo da transformação e do ganho de consciências colectivas. Esta nova ordem que o capital quer impor sobre nós, vai a partir desta crise que será a crise de mudança, em que todos mais unidos a uma nova dimensão de consciência mundial ligada a uma certa espiritualidade mental, que vai criar um grande conflito com o poder, em que necessariamente teremos que vencer para o tal salto quântico em que a humanidade se prepara par entrar numa nova era para a humanidade. 
Este sim conjuntamente com outros factores será o verdadeiro marco. A mudança que é um fim de uma era e que dará inicio a uma nova era, que se prepara para começar a ser vivida e na qual seremos os primeiros motores dessa transformação que se verificará neste novo ciclo da humanidade. Isto é efectivamente a evidência de um fim  e um novo ciclo que começa.
Este momento que iniciamos agora a partir de um marco que é o solstício de inverno do dia 21 de Dezembro é apenas o despertar das consciências mundiais, que devido a essa elevação dessa consciência  colectiva para a qual efectivamente as redes sociais tiveram um imenso contributo, que facilitou essa consciência e indignação contra este sistema financeiro que nos conduziu a um maior empobrecimento, mas que nos trouxe uma dinâmica de consciência contra o mal que um modelo económico social, praticamente falido mas que quer ressuscitar à conta de nos empurrar para um retrocesso esclavagista inaceitável para as consciências actuais. Esta forma selvagem da ganância e do lucro perdendo-se o respeito pelas pessoas, pelos países e pelos povos, levou a um empobrecimento global e a uma crise sem precedentes que é na essência a razão desta viragem a que chamamos fim de ciclo. O ciclo do despertar contra o sistema que acabou por se destruir querendo expiar a humanidade por causa desse monstro que nos engole a nós e a si próprio.
Bem haja esta nova era.