sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

PREVISÕES PARA A CHINA EM 2016

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Torre e três de paus

A China tem que começar a reagir. Avançou depressa demais, sem uma boa sustentação, construindo uma outra nova economia baseada em ilusões e agora é necessário reconstruí-la, com novas bases mais sãs e com um crescimento económico coerente.
Agora aparece o resultado, com depressão, destruição, desilusão e tristeza.
As estruturas económicas a irem-se abaixo, sendo necessário reconstruir com bases mais sólidas.
Houve muitos erros e será necessário reconstruir as coisas.
O crescimento económico que se vinha a sentir, termina aqui.                     
Lua e três espadas
Será necessário agora deixar andar as coisas mais à chinês e não embarcar tanto na ilusão que lhe trouxe o capitalismo do dinheiro fácil.
Muita gente se iludiu com esta nova China. O certo é que agora resta corrigir os erros e ilusões.
Houve um crescimento demasiado exagerado, mal planeado e mal executado e agora aí está o resultado.
Será necessário reparar os erros, porque houve muita passividade, deixando as coisas andar de qualquer jeito enquanto durava a ilusão e o deslumbramento.

Estrela e oito de espadas
Mas a China será capaz de se segurar, porque se preparou noutros sentidos, apostando em várias frentes, como as reservas que acumulou, podendo ganhar mesmo com a especulação, para ajudar nesta derrocada.

Mundo invertido e sete ouros invertido
Tudo que era bom e com esperança a nível de projectos vai-se por água abaixo apesar dos esforços para segurar as pontas, que não resultam, havendo desilusões e perdas financeiras.

Ermita invertido e reis de espadas invertido
Apesar destas adversidades todas, a China vai seguir em frente e os seus dirigentes saberão tomar medidas para dar a volta à situação.
Agirão depressa e sem contratempos, sempre com boas perspectivas contra a crise nefasta.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

PREVISÕES EUA 2016

Solidão e responsabilidade face ao destino, aos atos e pensamentos.
Resultado de imagem para eua economia futuroAs consequências das escolhas feitas e sozinhos. Só contando com eles mesmos, mas de forma positiva.
Haverá coisas inesperadas que fará com que os Estados Unidos da América saibam tirar vantagem para eles.
Apercebendo-se do que se passa à sua volta os americanos tomarão medidas rápidas que farão equilibrar a sua economia, reagindo de forma enérgica, com vontade de seguir o seu rumo, pensando apenas neles, para salvar a sua “pele”.
Os EUA passam a controlar os acontecimentos de forma a saírem por cima da situação de crise e salvar a sua economia, de maneira a colherem frutos de todos os esforços realizados e agora dominando a economia.
Podem agora jogar com isso perante os outros países. Pois têm muito dinheiro e passam a controlar a economia e finanças.
Com isto passam a ter a ânsia de tudo controlar mas de forma perversa, com presunção, mas correndo o risco de semear a discórdia, que não é tranquilizadora, promovendo mesmo a submissão devido ao desejo de controlar tudo, mas que só vai acontecer parcialmente.
Ora isto é mau e faz com que se caminhe para a autodestruição, originando rancores e relacionamentos pouco amistosos com outros países, assentes na hipocrisia e no desprezo para com os outros, esquecendo o intercâmbio que deve existir.    

domingo, 10 de janeiro de 2016

PREVISÕES PARA A EUROPA EM 2016

O sentido da fuga é bem presente como o caso dos refugiados, mas com poucas preocupações que demonstram isso.
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Mas a Europa vive de certo modo uma outra fuga, relacionada com a sua história que faz com que esteja a viver um momento de punição, onde terá que prestar contas pelas políticas passadas em relação a outros países.

A carta o louco exprime a cobardia, pois calcularam-se mal as consequências e agora terão que aguentar.
Há uma inconsciência e uma inconsequência. Uma fuga à realidade e agora outros pagam por isso como é o caso dos refugiados, que acabam por trazer outros problemas que já estamos a viver, como o medo e os ódios.
Mas não adianta fugir porque vamos pagar pelos erros cometidos e ser obrigados a fazer o ponto de situação para tentar resolver os erros.
O problema é que a Europa está numa situação que não a favorece mas contínua com as mesmas ideias e mal associada.
O Diabo invertido avisa contra o excesso de passividade na condução da crise.
A roda da fortuna invertida mais o cinco de copas, anunciam o fim de um ciclo para o velho continente e que está sem perspectivas e sem soluções.
Mas a obsessão continua e nada se faz para contrariar e vai-se mantendo bem relacionada com os países com poder.
O truão indica que a Europa tem todas as possibilidades mas que as coisas não podem ser entregues a si mesmas.
A Europa está numa encruzilhada, sendo possível e até é capaz de resolver todos os problemas, mas não pode ficar assim passiva em que as ideias e as soluções não agradarão.
Sendo assim haverá desequilíbrios neste continente, demonstrados pela carta a justiça e a rainha de ouros invertida, com muita imoralidade e falta de senso comum.
As ideias más começam a querer vingar e ninguém sabe o que fazer para travar tudo o que se passa.
E tudo de resto seguirá segundo o princípio da causa e efeito.
Perante tudo isto a crise está instalada e o dinheiro faltará.

sábado, 9 de janeiro de 2016

PREVISÕES PORTUGAL 2016

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O momento do país é vivido por alguma estabilidade e com algum domínio da situação de crise, na possibilidade de se prespetivarem melhorias ao nível social.

Há algum reconhecimento pelo esforço dos portugueses e pelo sucesso. Digamos que andamos mais contentes e que a crise parece que já lá vai.
Na verdade os portugueses têm é pouca consciência sobre o estado das coisas e julgam que realmente o mal já passou.
Sendo assim pensa-se em regressar aos velhos hábitos e ao modo de vida que se levava, mas a bonança já lá vai. Acabou mesmo, tem que se cair na realidade e teremos que viver com bem menos dinheiro.As pessoas vão ter que perceber mesmo que o “El Dourado” acabou.
Os problemas são muitos e não vai ser fácil resolve-los. O Governo não vai ser capaz de os  resolver e vai deixar andar até onde puder aguentar.
Posto isto teremos que pagar pelos erros, porque ninguém quer entender e aceitar a dimensão da crise.
A situação continua péssima mas pronto, os nossos parceiros europeus vão facilitando na crise.
Tenhamos esperança que estas novas políticas sociais sejam o alerta para que se entenda que o caminho poderá ser este e o povo entenda isso. Temos é que fazer por isso e perceber qual a melhor solução para a crise que será necessário desde já atacar com novas políticas.
O povo tem que perceber isso, mas continua alheio à situação não a procurando entender e mostrando muita passividade e isso não ajuda para 2016.
Há que acordar primeiro.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

O MEDO ESTÁ INSTALADO

Votos contados e as contas estão feitas.

Ou não!
O que parecia ser fácil afinal tornou-se no maior berbicacho do após 25 de Abril.
Ainda não repararam, pois não?
É certo é que todos dizem que ganharam, como sempre no dia das eleições, mas no fim de contas estão todos com medo de perder.
O PCP tem medo de perder influencia politica à esquerda, podendo o bloco ocupar-lhe esse lugar, conforme aconteceu na Grécia, abrindo condições de negociação para um governo à esquerda, forçando o PS a guinar à esquerda com medo de ser acusado de dar seguimento à politica deste Governo.
O Bloco (BE) a querer tomar lugar também num governo temendo perder em novas eleições a percentagem que conseguiu nestas, tentando afirmar-se com uma política alternativa conforme aconteceu com os seus amigos do Syriza, encostando os Socialista à parede.
O PS que parece ser o verdadeiro perdedor por não conseguir ganhar as eleições, apresenta-se agora como um vencedor, podendo ser uma solução com chicanes quer à esquerda quer à direita, dando a possibilidade de António Costa se manter líder, evitando a implosão do partido por dentro ou ser um novo PASOK.
O PAF (PSD/CDS) que afinal ganhou as eleições sem a maioria necessária para governar, a ceder ao PS em coisas inimagináveis só para se manter no poder.
E com isto tudo no que ficamos?
Sejam quais forem as políticas e os partidos que vierem nada será fácil, porque o País está estrangulado.
Uma divida impagável, com os salários miseráveis, com fome, emigração, sem tecido produtivo e sem politicas que fomentem a recuperação económica, nenhuma politica nos salvará. O pior é que estão convencidos que as coisas vão melhorar.
Resta-nos sermos governados por gente consciente e que entenda que o pouco que temos, terá que ser bem repartido senão as injustiças irão fazer com que as revoltas cada vez se agigantem mais e se caminhe para o caos.
Mas como saímos deste lodaçal?
Teremos governo já, ou ainda vai demorar?
E Cavaco que vai fazer?
E os partidos como se entendem afinal?
Estas são as dúvidas!
As pressões vão começar, primeiro pelo comentadores do sistema que não admitem coisas inimagináveis. Depois a reação dos mercados a querer dar razão às políticas austeras para o povo e depois será Cavaco Silva.
Esse é o mistério!
Apesar de já se saber para que lado se inclina, ao convidar Passos Coelho a diligenciar junto do PS para que se crie um governo estável, o que ninguém estava era a contar com a atitude dos comunistas, arrastando os bloquistas para um entendimento que estes sempre almejaram.
Criou-se um estado de imobilidade que ninguém sabe neste momento o que vai sair daqui.
Estando os partidos conscientes de que já nada pode ser como dantes e com um desalento geral contra os partidos, é necessário mudar de atitude, caso contrário tudo pode mudar correndo mesmo alguns o risco da exclusão de cena.
Mas o entendimento vai demorar e mesmo que se queiram entender à esquerda vamos ter que contar com a reação do Presidente da República que pode ter relutância em empossar gente que não comunga dos mesmos princípios e arranjar maneira de manter este governo em gestão até novas eleições para evitar uma guinada à esquerda. Neste momento todos os argumentos valerão para evitar a viragem.
As coisas podem arrastar-se e fragilizar o País com a pressão dos mercados.
Tudo vai valer para evitar isso e no fim quem vai perder é o povo.
Cavaco pode empurrar o País para uma situação tumultuosa, misturando Presidenciais com Legislativas. Os partidos vão batalhar forte e feio obrigando a negociações e tudo se tornará muito difícil para nós.

Seja como for, nada mais vai ser como dantes.

sábado, 26 de setembro de 2015

A OUTRA CAMPANHA ELEITORAL


Andam por aí os partidos todos em campanha.
Uns apresentam os seus programas, outros tentam não os discutir e outros discutem tudo e ao mesmo tempo nada, para não falarem do que pretendem fazer.
Há ainda outros que não apresentando nada, tentam esconder tudo, até o passado àqueles mais esquecidos.
Resultado de imagem para SONDAGENS eleitoralE por falar de esquecimento há por aí uns outros que não concorrendo a eleições, apostam na amnésia das pessoas e por aí fazem a sua campanha.
É a campanha das sondagens.
Há até um canal de TV, que todos os dias faz sondagens e apresenta resultados.
Esta sim, uma verdadeira campanha. Um embuste disfarçado em sondagens vis e ilusórias com que nos querem trapassar, fazendo passar os perdedores inicias para ganhadores finais ou ao contrário e com isso transformar as opiniões ou falta delas, num alzheimer colectivo, apagando como uma esponja tudo que para trás ficou, fazendo crer que a política começa só agora e tudo para trás não conta.
Jogando com tudo isto e contando com a artimanha das margens estatísticas enleiam os indecisos e mal informados, tornando-os esquecidos e medrosos de um mal maior.
Esses sim os eleitores mais importantes. Aqueles que só gostam de ganhar nem que seja no dia das eleições. Os que gostam de estar com os que ganham para se sentirem vencedores, mesmo que a seguir deitem tudo a perder.
É para este tipo de gente que funcionam as sondagens que com uma margem de erro de cerca de 3,5%, conseguem no início da pré-campanha começar com uns valores e aos poucos aumentando ou diminuindo as margens de erro de uns ou outros partidos, conseguem convencer ou demover, para não dizer constranger os eleitores a seguir um certo sentido para o qual não estavam inicialmente inclinados.
Ilusionismo estatístico, jogando apenas com margens de erros e manipulando opiniões.
Assim à medida que se fazem sondagens eleva-se aos poucos a fasquia do erro estatístico e convence-se mais uns quantos a direccionar o seu voto, e assim se constrói novo resultado, e de um vencedor se faz um perdedor ou ao contrário.
Esses donos das sondagens ligados a certos partidos, esses sim são eles os verdadeiros vencedores nas urnas.
 Eles têm todo o mérito da campanha eleitoral e valem bem mais que muitos debates, muitas entrevistas combinadas, muitos comentadores da mesma cor, muitos outdoors falaciosos, muitos jantares comícios, muitas arruadas com beijinhos abraços, muitas festas comício com cantores famosos, muitas caravanas com boys e viaturas alugadas, muitas canetas ou t-shirts que deixam de se dar por falta de verba e de apoio dos patos-bravos e outros oportunistas que tais, que agora em crise tornam os partidos pobres.
A verdadeira campanha é feita em sondagens que olhando bem, não são para todos os gostos, mas que nos trazem muitos desgostos por conseguinte.
Em muitos países elas são proibidas porque na verdade influenciam o voto e nos limitam numa verdadeira reflexão.
Aqui manipulam muitas pessoas, que não gostam de perder nem que seja a feijões, votando para se sentirem também eles vencedores, tornando tudo cada vez menos democrático.

Esta sim, a verdadeira essência das sondagens atualmente.

sexta-feira, 20 de março de 2015

LISTA VIP

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Lembram-se da Lista de Schindler?

O tal empresário na Alemanha que no Holocausto Nazi, empregando nas suas fábricas os judeus, salvou-os da morte às mãos dos alemães.
Lembram-se também de Aristides Sousa Mendes?
O Cônsul português de Bordéus, que durante cinco dias desafiou o ditador Salazar, concedendo milhares de vistos de entrada em Portugal, aquando a invasão em França pelos Nazis, salvando dezenas de milhares judeus e não só, também do Holocausto, acabando por ter um resto de vida cheia de dificuldades financeiras depois de demitido.

Agora temos a Lista VIP.
Uma lista de gente completamente no oposto da Lista de Schindler.
Não matam mas fazem-nos passar fome e morrer nos corredores dos hospitais, tornando-nos cada vez mais pobres mas escondendo a sua riqueza com métodos inconstitucionalmente ortodoxos.
 Quanto ao Aristides do nosso tempo, é realmente um homem esmerado da governação cujos princípios se professam por defender os seus superiores da curiosidade bacoca do cidadão comum, garantindo-lhe a tal protecção do sigilo fiscal, que é como quem diz; ninguém tem que saber de onde lhe vem o dinheiro nem a riqueza.
Agora existe o homem e existe uma lista. Mas comparem tudo.

Este cauteloso “Sr. Aristides” do governo, lembrou-se de criar um mecanismo de alerta ao aceder a contribuintes perante a administração fiscal, mas com uma diferenciação no tratamento. Um mecanismo de alerta em tempo real à consulta dos “Srs. Schindleres” pervertidos dos novos tempos.
Diz-se que só foram feitos testes, mas no fundo estava-se já a vigiar de forma ilegal, protegendo uma casta VIP, com o formador a ameaçar os formandos que se acedessem à lista tinham processo como acabou por os haver.
E tanto é que a autoridade tributária não actuou porque era isso o pretendido, mas nos processos esteve atenta.

O Director Geral demitiu-se no meio de uma serie de trapalhadas que não dá para entender, nem se ele se demitiu ou foi demitido, numa combinação para que só role a sua cabeça e não as de cima, com membros do governo que nunca se assumem nem nunca sabem nada do que se passa à sua volta, os Aristides do nosso tempo.

Um filtro que já existia em finais de 2014, mas foi conhecido quando já não deu para encobrir. O tal sinal magnético a avisar que aquele número VIP de contribuinte tinha sido acedido.
Como se consegue fazer isso se não existir uma lista restrita?
Se não existisse todos os cidadãos accionavam o alerta.
Sendo assim só podia mesmo haver a lista escondida ou  em forma de teste ou já mesmo implantado.

Dizem que tiveram contactos com os americanos que os ajudaram na forma de segurança da AT e dos contribuintes, esquecendo-se que aqui devíamos ser todos tratados por igual perante a Constituição.
De resto isto não passa de uma intimidação "pidesca" por forma a evitar que o cidadão comum se indigne ao saber os rendimentos e os teres e haveres das gentes do poder.
Agora se havia lista ou não, isso não interessa o que interessa é que existem pessoas de 1ª e depois lá longe existe a plebe.
Eu percebo bem a preocupação dos apaniguados dos partidos do governo em quererem proteger os seus cabecilhas.

No fundo a culpa foi de um tal Vítor Lourenço (formador) que ingenuamente meteu a boca no trombone, logo para cerca de 400 formandos.  

Conclusão não existia lista, mas existia controle sobre uns tais VIP’s, só que parece que não existia ou não tinha que existir.
Confuso? Não!
O que esta gente tem ou ganha não é para se saber, mas agora cada vez se torna mais difícil esconder trapalhadas. 
Mesmo assim nenhum membro do governo se demite. Devem-se achar mesmo VIP’s e intocáveis.
Oh Paulo de resto é um mau ProNuncio! 
Nunca há provas, nem culpas, não sei porque que são estas Brigas, Afonso!